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NY deve abrir em alta após balanço do Citigroup

São Paulo – Os índices futuros das bolsas de Nova York operam em alta firme, sugerindo uma abertura positiva nos mercados à vista, impulsionados pelo balanço trimestral do Citigroup e dados melhores que o esperado do varejo dos EUA. Às 10h20 (de Brasília), no mercado futuro, Dow Jones subia 0,43%, enquanto Nasdaq avançava 0,68% e S&P 500 tinha alta de 0,54%.

Nas primeiras horas da manhã, os futuros ficaram pressionados e mostraram tendência de baixa em meio ao recrudescimento das tensões entre Ucrânia e Rússia. No fim de semana, o governo ucraniano mobilizou forças militares para combater militantes pró-Moscou que estenderam seu controle a várias cidades no leste do país. Pelo menos um oficial ucraniano foi morto e outros cinco ficaram feridos nos combates.

A recuperação dos futuros veio após a divulgação dos resultados do Citigroup referentes ao primeiro trimestre. O conglomerado bancário norte-americano teve lucro líquido de US$ 3,94 bilhões no período, equivalente a US$ 1,23 por ação. Analistas consultados pela Thomson Reuters previam lucro por ação menor, de US$ 1,14. No pré-mercado, os papéis do Citigroup avançavam quase 4%.

Além disso, as vendas no varejo dos EUA tiveram alta de 1,1% em março ante fevereiro, a maior desde setembro de 2012 e acima do ganho previsto por analistas, de 0,8%, segundo o Departamento do Comércio. Logo após o indicador, os futuros atingiram as máximas da manhã.

Nas últimas sessões, as bolsas norte-americanas tiveram fortes perdas em meio a um movimento de realização de lucros que teve início com ações de tecnologia e biotecnologia do Nasdaq, que na semana passada mostrou desvalorização de 3,1%, a maior perda semanal desde junho de 2012.

Apesar da recente fraqueza, investidores de longo prazo ainda acreditam que a perspectiva para as ações em Nova York é favorável, uma vez que os fundamentos que ajudaram a impulsionar os mercados a novas máximas neste ano, como a melhora da economia dos EUA, taxas de juros e inflação baixas e a postura acomodatícia do Federal Reserve (Fed, o BC norte-americano), irão eventualmente conter as vendas de papéis.

No noticiário corporativo, outro destaque do dia é o TIAA-CREF, gigante do setor de aposentadorias e serviços financeiros que anunciou a compra do Nuveen Investments, por US$ 6,25 bilhões mais dívida. Com a aquisição, o TIAA-CREF se torna um dos maiores gestores de ativos dos EUA. Nos negócios do pré-mercado, as ações da TIAA-CREF recuavam 1,0%.

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Fonte: Bol.com.br

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Notícia postada pelo site BOL