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Paes chama favela da Telerj de "invasão profissional", e defende remoção.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), afirmou nesta quarta-feira (9) não conhecer “favela nenhuma da Telerj” –como vem sendo chamada a ocupação de um terreno vazio da empresa Oi no Engenho Novo, na zona norte da capital fluminense–, e sim uma “invasão, com todas as características de ser profissional e organizada”.

Arte/UOL A imagem mostra o terreno abandonado da empresa de telefonia Oi antes (à esquerda) e depois da ocupação (à direita). Cerca de 6.000 famílias se instalaram no local desde o dia 31 de março de 2014

Questionado sobre a possibilidade de a Justiça autorizar a reintegração de posse, o prefeito defendeu a retirada dos moradores da mas nova favela do Rio. Cerca de 6.000 famílias, segundo contagem feita pelos próprios ocupantes, estão no local.

“Eu não conheço nenhuma Favela da Telerj. Eu conheço uma invasão, com todas as características de ser profissional, organizada. Ali tem pessoas humildes, mais pobres, com necessidade habitacional. Mas [também há pessoas] que estão ali loteando, demarcando. Pobre que é pobre não aparece ali com aqueles pedaços de madeira demarcando número. É um movimento organizado. Ninguém dorme lá porque a maioria das pessoas não mora ali. Acho que têm que ser retirados. Tem que ser dada a reintegração de posse. Invadiu, ocupou no peito e na raça, a Prefeitura do Rio não vai desapropriar para construir [casas]“, declarou o prefeito.

Em apenas uma semana, o espaço constituído de edifícios e galpões abandonados foi loteado por pessoas oriundas de outras comunidades, que levantaram barracos e tendas no local. Não há água, luz e esgoto. A invasão ocorreu no dia 31 de março. (Com Estadão Conteúdo)

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Fonte: UOL.com.br

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Notícia postada pelo site UOL