Empresas caçam profissionais sêniores para projetos de Internet das Coisas – CBSI


Empresas caçam profissionais sêniores para projetos de Internet das Coisas
Empresas caçam profissionais sêniores para projetos de Internet das Coisas

Um estudo, produzido pela provedora de comunicações por satélite Inmarsat, revela que 94% dos entrevistados no Brasil relataram que precisavam de pessoal adicional de nível sênior e estratégico com habilidades para definir os objetivos e as prioridades para implantações de Internet das Coisas.

Esse número diminui apenas um pouco quando comparado à América Latina, 86% − já a média global é de 76%. Além disso, 91% dos entrevistados brasileiros identificaram uma falta de pessoal com experiência em nível de gerência em implantações de IoT (em LATAM, a média foi de 85%, e, globalmente, 72%) e, para 97% dos brasileiros faltavam habilidades na entrega prática de soluções de IoT para garantir que as soluções funcionassem como se pretendia (91% em LATAM e 80% globalmente).

A falta de pessoal com habilidades focadas em IoT igualmente se estende a disciplinas técnicas específicas. O estudo destaca que 81% dos entrevistados brasileiros e 74% dos latino-americanos relataram que necessitavam de pessoal adicional experiente em cibersegurança para lidar com a vasta quantidade de dados gerados pelas soluções de IoT; 28% dos brasileiros, 40% dos respondentes de latino-americanos e 46% dos globais identificaram um déficit de pessoal com experiência em análise e ciência de dados; e 34% tantos dos brasileiros quanto dos latino-americanos (e cerca de metade – 48% – globalmente) careciam das habilidades de suporte técnico necessárias para tornar seus projetos de IoT bem-sucedidos.

Em relação ao status de implementação de IoT, 52% das organizações brasileiras que responderam à pesquisa revelaram já estar em andamento com o processo de implementação das soluções. Quando comparadas às respostas latino-americanas, somente 38% já estão avançadas nesse processo. Quando perguntados sobre os imprescindíveis desafios enfrentados em relação a IoT, os brasileiros identificaram segurança como a principal barreira (58%), seguidos de falta de conhecimento interno de seus profissionais (55%), da complexidade da infraestrutura de TI já existente (52%) e dos custos elevados (45%). Problemas com conectividade (45%), falta de visão para o potencial dessa tecnologia (42%) e de sua prioridade (39%) igualmente foram aspectos mencionados. 

“Existe um reconhecimento claro por organizações de todos os setores de que IoT desempenhará um papel fundamental na transformação digital e na capacidade de obter uma vantagem competitiva. Mas, para que isso aconteça, as empresas precisam contar com os conjuntos de habilidades corretas e, como nossa pesquisa demonstra, muitos hoje se encontram sem a equipe qualificada necessária para essa transformação. A menos que este déficit de habilidades seja devidamente resolvido, existe o risco de os projetos de IoT falharem e as empresas estarão abertas a novas ameaças à segurança, colocando um freio indesejado na inovação”, completou o presidente da unidade corporativa da Inmarsat, Paul Gudonis

Em relação ao status de implementação de IoT, 52% das organizações brasileiras que responderam à pesquisa revelaram já estar em andamento com o processo de implementação das soluções. Quando comparadas às respostas latino-americanas, somente 38% já estão avançadas nesse processo. Quando perguntados sobre os imprescindíveis desafios enfrentados em relação a IoT, os brasileiros identificaram segurança como a principal barreira (58%), seguidos de falta de conhecimento interno de seus profissionais (55%), da complexidade da infraestrutura de TI já existente (52%) e dos custos elevados (45%). Problemas com conectividade (45%), falta de visão para o potencial dessa tecnologia (42%) e de sua prioridade (39%) igualmente foram aspectos mencionados.

Para o relatório “The Future of IoT in Enterprise – 2017” da Inmarsat, a empresa especialista em pesquisa de mercado Vanson Bourne entrevistou 500 decisores em TI de grandes organizações nas regiões das Américas, EMEA e APAC.  O micro site de pesquisa pode ser visualizado e o relatório pode ser baixado aqui: research.inmarsat.com





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Fonte: CBSI.net.br