Número 1 do Japão, rival do Brasil na Davis, vive auge na carreira


Num duelo entre duas equipes desfalcadas, o Brasil inicia nesta quinta-feira, contra o Japão, em Osaka, mais uma repescagem do Grupo Mundial (Primeira Divisão) da Copa Davis. O primeiro duelo de simples acontece às 23h (de Brasília, com transmissão do Sportv 3).

O Brasil, comandado por João Zwetsch, não terá seus dois imprescindíveis nomes nas simples. Thomaz Bellucci, segundo do país e 76º do mundo, está fora por lesão no tendão. Número 1 do país e vivendo o melhor ano da carreira, Rogério Dutra Silva (74º) foi preterido na primeira convocação (por não ser especialista em quadra rápida). Chamado, em cima da hora, após a desistência de Thomaz, optou por priorizar o restante do calendário.

Já os donos da casa não terão três dos seus quatro imprescindíveis, todos lesionados. São eles: Kei Nishikori (14º), Yoshihito Nishioka (123º) e Taro Daniel (129º).

além disso assim, o número 1 japonês no confronto, Yuichi Sugita, 42º, parece ser um perigo real e imediato. Aos 28 anos, o anfitrião atravessa a melhor fase e tem o mais alto ranking da carreira. No início de 2017, era o 112º do mundo, e, após jogar uma sequência de Challengers (torneios de menor expressão), embalou.

Em junho, conquistou na grama de Antalya, na Turquia, o único título da carreira. Desde janeiro, o japonês soma 13 vitórias (em 23 jogos) em torneios da ATP, uma a mais que têm, somadas, as duas apostas brasileiras nas simples.

Os duplistas Bruno Soares, à esquerda, e Marcelo Melo são a principal esperança do Brasil – Cristiano Andujar/CBT

Aos 23 anos, o cearense Thiago Monteiro (116º) alcançou, em fevereiro, o melhor ranking da carreira: 74º. Agora, soma 12 vitórias em 33 jogos este ano. Em quadras rápidas, como a do confronto de hoje, foram três triunfos em dez partidas.

Um ano mais velho, o gaúcho Guilherme Clezar alcançou o melhor ranking em 2015 (153º). Atualmente, é o 244º e, a rigor, só jogou Challengers este ano. No Brasil Open, em São Paulo (fevereiro), perdeu, para o argentino Guido Pella, o único jogo de ATP que disputou.

FORÇA NAS DUPLAS

Se, nas simples, os anfitriões carregam o favoritismo, nas duplas o cenário é inverso. Os mineiros Marcelo Melo (3º) e Bruno Soares (12º) vão enfrentar, amanhã, Ben Mclachlan (138º) e Yasutaka Uchiyama (461º).

Recordista de convocações (44), de vitórias nas simples (46) e nas duplas (28) da história do Brasil na Davis, Thomaz Koch está com a delegação em Osaka. E demonstra otimismo:

— Posso garantir que a confiança está em alta. A quadra e as bolas estão lentas, e a previsão é de pontos e jogos longos, podendo ser decidido na parte física — disse o ex-número 24 do mundo, empolgado por voltar a viver o clima da Davis. — Estou muito feliz por ter sido tão bem recebido.

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Fonte: O Globo