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Raikkonen não considera GP da Hungria como uma das corridas mais “chatas” da F1

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O piloto da Ferrari destacou a técnica exigida pelo circuito de Hungaroring para conseguir completar uma volta sem cometer erros na faixa de Budapeste.

Em entrevista para a revista italiana ‘Autosprint’, Kimi Raikkonen explicou os seus motivos em que o levam a defender o GP da Hungria do rótulo de prova mais chata da Fórmula 1. O ‘Homem de Gelo’ destacou a necessidade dos pilotos terem perícia o suficiente para conseguir desempenhar uma volta sem erros na pista de Budapeste.

Raikkonen confessa que não considera o GP da Hungria

Raikkonen confessa que não considera o GP da Hungria como um dos mais “chatos” da F1

“Provavelmente, é um dos lugares mais baratos para se ver uma corrida de Fórmula 1″, respondeu. “Geograficamente, a cidade de Budapeste é a mais próxima da Finlândia”, frisou. “Eu gosto da pista o suficiente. É verdade que dizem que a corrida é uma das mais chatas da F1. Mas eu não acho que isso seja certo. Nos últimos anos, tivemos provas muito disputadas, então, acho que neste ano, a corrida deve ser bastante competitiva”, complementou.

Sobre as suas perspectivas para a prova do próximo domingo (26), Raikkonen explicou que os pneus são geralmente “a dor de cabeça dos pilotos” para o GP da Hungria. “Eu não sei exatamente o nível de desgaste em que tivemos no ano passado”, respondeu.

“Mas as altas temperaturas e a abrasividade do asfalto são condições críticas para os pneus. Acho que a gestão dos mesmos devem ser um desafio para esta corrida”.

Fonte: F1 Team
http://f1team.leiaja.com

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