Local conta com médicos veterinários e biólogos que estão cuidando dos bichos apreendidos e doados.
A oitava edição da Fiscalização Preventiva Integrada – FPI, através da equipe Fauna, já recebeu cerca de 658 animais silvestres que foram apreendidos pela fiscalização ou recebidos através de doação voluntária da população somente nesta primeira semana. Cágados, Pássaros, Teiú, Tucanos, Macaco-prego e até um filhote de veado, passaram pela base ou ainda estão recebendo os devidos cuidados dos técnicos para que futuramente sejam destinados aos locais corretos.
Os animais por muitas das vezes chegam debilitados ou mal cuidados pelos seus donos e por isso passam por uma triagem dos técnicos que identificam de imediato aqueles que já podem serem soltos à natureza. Esse local de soltura não é divulgado por motivo de segurança, porém cada espécie é libertada em seu habitat natural, garantindo assim que o animal sobreviva sem qualquer dificuldade anormal.
Já alguns bichos devem demorar um pouco mais na readaptação à natureza e serão encaminhados ao CETAS de Maceió para que lá convivam com outros animais da mesma espécie e consequentemente reaprenda a se alimentar sozinho e se defender dos seus predadores. Já outros, infelizmente pelo tempo domesticado irregularmente, não podem mais ser introduzidos ao seu habitat natural, mas terão um fim de vida muito melhor com outros animais da mesma linhagem, além é claro de serem acompanhados constantemente por veterinários e biólogos que farão os tratamentos necessários.
GAIOLAS SERÃO INCINERADAS

XODÓ DA FPI ESTÁ EM PLENA RECUPERAÇÃO

Chegando na base da Fauna da FPI, ele foi tratado com muito carinho. Na fase inicial se alimentou apenas de leite através de uma mamadeira, porém atualmente já está comendo pequenas frutas. Muito arisco quando adulto, o jovenzinho ainda arrisca alguns passos na própria base e já conquistou o amor de todos os técnicos que por lá trabalham.
DOAÇÃO VOLUNTÁRIA

A Fiscalização Preventiva Integrada é composta por mais de vinte órgãos estaduais e federais. Ela é coordenada pelo Ministério Público Estadual e também pelo Comitê da bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – CBHSF.



