Adriano descobre mistério de cela assombrada


Em “Carcereiros“, (Rodrigo Lombardi) só descobre que não pode entrar na cela 237 da Penitenciária Lavapés quando vê diante de um impasse, um coloca com a faca no pescoço.

No último episódio que vai ao ar nesta quinta-feira (7), ele precisa garantir aos detentos que vai resolver o problema de superlotação do local.

Edvaldo (Bicudo Jr.) explica ao novato o que faz para que os presos tenham medo daquela cela. No passado, há mais de 20 anos, um detento teria surtado e colocado fogo na cela, provocando a morte de todos que estavam ali. Por isso ela tem suas paredes prestas e é bastante escura. Depois disso, a 237 é tida como mal-assombrada e os presos acreditam que espíritos perturbam quem tenta dormir ali.

O próprio Adriano, desconfiado da história tem uma experiência bastante difícil ao se voluntariar a passar uma noite no local.

O carcereiro descobre mais do que esperava. O tal detento que teria surtado, na verdade, não passava de uma vítima – e sua alma estaria procurando por justiça. Revirando os prontuários da penitenciária, Adriano se depara com uma foto da perícia no local do incêndio, ainda com os corpos pelo chão, e se surpreende ao ver seu pai, à época agente penitenciário, na imagem. É sua chance de descobrir o que, de fato, está por trás da história.

A memória de Tibério (Othon Bastos), ainda que esteja um pouco deficiente, tem todas as informações daquela noite. Tocar no assunto, porém, não é algo que o deixe confortável. Em um flashback, o pai de Adriano conta a sua versão dos fatos – bem diferente daquela contado por Edvaldo, que era seu colega de trabalho. Com as novas informações, abre-se uma ferida entre pai e filho, que terá de ser curada para aliviar estas e outras almas.


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Fonte: Na Telinha / UOL