Desde 2002 tentando entrar no “Big Brother Brasil“, Ayrton conseguiu realizar seu sonho nesta 18ª edição do reality. E ao lado da filha Ana Clara. Juntos, conseguiram um terceiro lugar.

“Todo o que senti no ‘BBB’ foi verdadeiro. Não precisamos fazer teatro para nada”, recorda ele ao GShow, portal de entretenimento da Globo na web.

A vontade de participar do reality veio depois da primeira edição. “Quando começou aquela coisa do reality show entrar na moda, aquilo me encantou e, a partir dali, já comecei a tentar”, diz.

Ayrton sempre teve vontade de ser famoso. “Naquela época se dava autógrafo, nem tinha essa coisa da selgie ainda. Esse glamour me encantava”, conta.

Bem humorado, brinca: “Quando saí, acho que cheguei a ter o que chamam de Síndrome de Estocolmo, que você fica apaixonado pelo seu sequestrador e quer voltar para o cativeiro. Se tivesse oportunidade, com certeza faria a mala e voltaria para lá!”.

Sobre a fama, ela diz quando se inscreveu pela primeira vez, tinha 38 anos, e era mais fácil se manter na mídia. Hoje, pela idade, acredita que não tenha mais chance.

“Estou curtindo surfar essa onda, mas sei que daqui a pouco ela pode virar uma maarola e acabar”, projeta ele, que tem mais de um milhão de seguidores no Instagram.

Para ele, a fama do “BBB” tem validade: “Você sai da casa, fica em evidência, e quando começa outra edição, é como se ela acabasse”.


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Fonte: Na Telinha / UOL