O Brasil que quero para o futuro

Forte campanha promovida pela Rede Globo com a intenção de mostrar a opinião dos brasileiros, principalmente por estar próxima de uma campanha eleitoral para presidente do , vem chamando a atenção da sociedade pelos vários recados, alguns até engraçados, geralmente contra a e a latente necessidade de melhoria na Educação, Saúde e Segurança.

No fundo todos nós temos nossos posicionamentos com relação ao que queremos para o Brasil num próximo, no entanto, nem todos têm coragem, ou sentem a necessidade de colocar a face na telinha e exigir o que é de direito de todos.

Eu não sou diferente do restante dos brasileiros, e também tenho meu posicionamento para um futuro melhor para o país que patina na corrupção e derrapa nos trilhos do desenvolvimento. No entanto, não vou canalizar meu reclame para a obrigatoriedade da aplicação dos recursos no tripé Saúde, Educação e Segurança pública, nem vou apontar obras inacabadas que rogam por um olhar providencial dos governantes para a necessidade de conclusão para o bem coletivo. Na verdade vou canalizar meu posicionamento para uma Justiça mais célere, menos comprometida com políticos inescrupulosos e que seus pares galguem posições amparados em concursos públicos, a famosa meritocracia.

Discordo veementemente dos “apontamentos’’ feitos por políticos que – em minha opinião – criam um forte laço entre as partes. Cito como exemplo, o STF onde todos os ministros passaram por esse “processo” e seguem até aos 75 anos, idade que devem deixar a corte para a abastada aposentadoria onde a opinião pública reclama constantemente da atuação desses em prol de benefícios a políticos enganchados em falcatruas. Ah! Esse é outro ponto que discordo. A questão da aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais para magistrados que servem como prêmio e não como punição.

Outro ponto discutido é a questão dos famosos “penduricalhos” que ocupam uma enorme lista de vantagens, tais como: auxílio moradia, auxilio alimentação, pré-escolar, saúde, indenizações de férias, gratificações diversas, retroativos, quintos, décimos e uma infinidade de direitos assegurados por decisões judiciais, ou seja, por decisões tomadas por juízes, portanto, todas absolutamente legais.

Claro que não se pode, nem deve, generalizar a questão. Temos excelentes pares no Judiciário que honram com suas atuações a toga e nos passam uma sensação de tranquilidade e certeza que naquele ente jurídico, a imparcialidade e a serão colocadas em voga, mas de um modo geral, tenho minhas restrições ao posicionamento de alguns pares que, muitas vezes agem de forma linear com a classe política, e o PPP é uma realidade triste e vergonhosa

Portanto o Brasil que eu quero para o futuro é um país onde sua justiça aja de acordo com os preceitos legais, que as regalias sejam todas dirimidas e que o bom trâmite com a classe política não passe de harmonia entre os poderes, e não seja uma via dupla de favores.