Pré-candidato, Flávio Rocha aposta em plano agressivo de privatizações


BRASÍLIA  –  Fundador do grupo Riachuelo, Flávio Rocha (PRB) afirmou, em sabatina realizada pelo jornal “Correio Braziliense”, que sua candidatura à Presidência será mantida. “Não saí do meu ambiente de negócios para ser coadjuvante. Saí porque não tem candidato para votar. É preciso colocar pensamento empresarial na política. Não sei das outras candidaturas, mas a minha vai até o fim”, garantiu.

Rocha prometeu que, se eleito, vai impor um pesado programa de privatizações. “Vamos ter um plano agressivo de privatizações, da ordem de R$ 600 bilhões a R$ 700 bilhões. O Estado não terá posto de gasolina nem entrega de encomenda.”

Para ele, a forte diminuição do número de estatais desarticulará a relação espúria de parte do empresariado com o governo, que leva à corrupção. “O inchaço do Estado traz isso. Quanto maior o Estado, maior a relação com o empresário que quer se aproveitar.”

Ele prometeu que seu governo, se eleito, terá apenas 10 ministérios. “Num Estado pequeno, a maior parte das decisões virá da sabedoria do livre-mercado”.



Fonte: Valor Econômico

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