Roberto Justus,
Roberto Justus em uma das edições de A Fazenda (Reprodução/Record)

Nesta sexta-feira (9), Roberto Justus foi entrevistado no Morning Show, programa da rádio Jovem Pan, e relembrou o período que comandou na RecordTV o reality A Fazenda, que atualmente é apresentado por Marcos Mion.

Leia: Roberto Justus faz avaliação sobre Marcos Mion no comando de A Fazenda

O famoso destacou que no período que esteve no reality, houve um crescimento no patrocínio em comparação as edições anteriores, que eram apresentadas por Britto Jr., mas destacou que a atração não é lucrativa.

Saiba mais: Roberto Justus diz ter sido o maior salário fixo da Record e chama A Fazenda de “programa de baixaria”: “Eu não gostava de fazer”

“Isso eu posso dizer com toda a propriedade, não é um programa rentável, porque é um programa muito caro para a emissora. Apesar da emissora ter feito um grande trabalho de redução de custos, é um programa muito difícil de se pagar. Eles têm lá os patrocinadores, mas as cotas nunca são suficientes”, analisou o empresário.

“Mas ele é tão bom para a emissora em termos de audiência, porque ele ‘contamina’ toda a emissora, eles levam os participantes no Hoje em Dia, levam nos outros programas da casa, então ajuda a emissora. Então vale a pena perder um pouco de dinheiro e fazer o programa que ajuda”, destacou o artista.

Não conhecia

Questionado se conhecia quem participou das edições que comandou, o comunicador declarou que “a maioria não”. “Mas na verdade, essas que dizem ser ‘subcelebridades’, são bacanas para o programa porque se arriscam mais. Se levar uma mega celebridade pra lá, primeiro que não vai, segundo que não vai fazer esse barraco todo que o público gosta de ver”, observou Roberto, que elogiou o formato.

“O programa é muito legal. Não é um programa que eu gosto de assistir, eu gosto de muita pouca coisa na TV, não é por ser A Fazenda. Mas que é um programa espetacular, é. Eu acho muito mais bem feito, inclusive, que o Big Brother. Acho muito mais legal”, concluiu Justus.

Assista:



Fonte: Observatório da TV