Nesta semana, uma emissora de TV francesa (France 2) divulgou alguns detalhes que permeiam os contratos ​de atletas com o Paris Saint-Germain. Uma curiosidade dos vínculos firmados pelo o clube da capital é o chamado bônus por ética, em que jogadores recebem um aditivo por ‘bom comportamento’ e respeito ao código de conduta do clube.

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​​Dentre as atitudes que fazem parte do código de ética do clube, está a tradicional saudação dos jogadores aos torcedores parisienses ao final de cada partida, gesto que já se consolidou como ‘símbolo’ da conexão entre equipe e arquibancada. No entanto, tal atitude já foi desrespeitada por ​Neymar em duas oportunidades, situação que, surpreendentemente, não gerou nenhuma advertência ou multa ao camisa 10.

Como informa o ​UOL Esportes, o brasileiro não cumprimentou a torcida em duas ocasiões, ainda no início de 2018. Na goleada por 8 a 0 contra o Dijon, Neymar foi vaiado pela torcida ao não permitir que Cavani cobrasse uma penalidade. A reação das arquibancadas irritou o craque, que desceu rapidamente aos vestiários após o apito final.

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Internamente, a cúpula parisiense enxerga Neymar como um jogador-modelo, de comportamento inquestionável no dia a dia do clube. Os dois episódios de desobediência ao protocolo foram considerados casos isolados, justificados pela frustração do camisa 10 com as vaias. Portanto, o brasileiro sempre recebeu integralmente o seu bônus por ética, avaliado em ‘modestos’ ‎€ 375 mil/mês (cerca de R$ 1,6 milhão).

Tal valor é muito superior ao recebido por outros pilares do elenco. Mbappé, por exemplo, recebe ‎€ 117 mil/mês. Thiago Silva, capitão e referência junto ao torcedor, apenas €33 mil. Recentemente, o volante Verratti sofreu desconto pesado em sua bonificação, retaliação pelo mau comportamento extracampo do mesmo: ​foi pego dirigindo embriagado.

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Fonte: 90min