
Em sua justificativa, o parlamentar igrejanovense alegou que o PSS foi realizado com seleção de currículos e entrevistas e a empresa não gastou uma única folha de papel. Dalmo Lino também sustentou a tese de que os cidadãos e cidadãs de baixa renda comprovada estariam isentos do pagamento da taxa, mas muitos foram submetidos a obrigação de pagá-la, pedindo emprestado ou retirando o valor do bolsa família, algo condenado veementemente pelo vereador.
“Peço que a empresa que realizou esse PSS devolva imediatamente o valor que foi cobrado dos cidadãos de baixa renda de Igreja Nova. Sabemos da dificuldade que muitos tem para sustentar suas famílias e diante dessa oportunidade de trabalho muitos se sacrificaram até pedindo dinheiro emprestado ou tirando o valor do bolsa família que recebem, algo extremamente desumano para essas pessoas que ficaram com ainda menos do pouco que recebem para sustentar suas famílias”, desabafou o vereador na tribuna da câmara.


