Extremos opostos: Romero vai de referência à despedida melancólica no Corinthians

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​No próximo domingo (14), uma história de cinco anos de duração chegará ao fim no Parque São Jorge. A data marca o encerramento oficial do contrato de Ángel Romero junto ao ​Corinthians, vínculo que não será estendido. Por meses a fio, as partes buscaram acordo e consenso nos termos de uma extensão, mas não ‘falaram a mesma língua’ nas tratativas e optaram pelo ponto final. 

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Romero

​​Como destaca o ​UOL Esportes, os cinco anos de história vestindo a camisa alvinegra foram de mais altos do que baixos, apesar do paraguaio ter passado, neste meio-tempo, por um ano inteiro de jejum e cobranças para fazer as pazes com o gol. A dificuldade de balançar as redes, no entanto, era compensada pelo atacante com muita entrega e dedicação nos treinamentos/partidas, característica que logo fez Romero se tornar um dos símbolos do Corinthians aguerrido e brigador desta década.

As inúmeras propostas recusadas ao longo desta meia década – algumas envolvendo cifras pesadas, por sinal -, aumentaram ainda mais o status de referência assumido por Ángel Romero ainda com Tite em 2015, ano em que o ‘atacante-lateral’ viveu um dos melhores momentos de sua passagem pelo clube: o 6 a 1 sobre o São Paulo pelo Brasileirão, torneio que viria a ser conquistado pelo Timão. Jogador de poucos gols, o paraguaio viria a balançar as redes duas vezes naquele emblemático Majestoso.

Os anos posteriores foram de igual prestígio e sucesso, com o atacante se consolidando como uma das peças fundamentais para o marcante ano de 2017, em que o Corinthians voou no Paulistão e também no Brasileirão, chegando ao hepta nacional. No último biênio, no entanto, o nível técnico do atleta de 27 anos despencou e os questionamentos ao custo-benefício começaram, culminando em uma negociação que virou novela, sem desfecho feliz.





Fonte: 90min