Fim de um ciclo: médicos foram unânimes ao indicar aposentadoria a Adilson

​Oficialmente, Adilson não é mais jogador de futebol. Aos 32 anos, o agora ex-volante do Atlético-MG precisou abreviar sua carreira por conta de uma cardiomiopatia hipertrófica. Desde que o profissional recebeu o diagnóstico até a confirmação da aposentadoria, ocorrida em clima de muita emoção na Cidade do Galo, tanto clube quanto atleta optaram por manter um sigilo absoluto.

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O problema apareceu durante a realização de exames de rotina na intertemporada. E, claro, ligou o alerta. O próprio Adilson, aconselhado pelo Dr. Haroldo Aleixo, cardiologista do Atlético, procurou seu médico pessoal para uma nova avaliação, cujo resultado foi idêntico. Antes de qualquer atitude mais drástica, os dois lados ouviram terceira opinião. E foi após isso que o meio-campista foi afastado dos treinamentos. “Houve uma unanimidade (entre os três médicos) sobre a conduta a ser tomada, que seria abreviar a continuidade da carreira do Adilson”, disse Aleixo.

O atleta, então passou a pensar sobre aposentadoria. Desfalque nos campos, ficou na academia fazendo atividades isoladas desde o dia 3 de julho, quando havia dado sua última entrevista coletiva. Publicamente, Adilson só reapareceu na quinta-feira, acompanhando a delegação para o duelo contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Neste intervalo de tempo, recebeu visitas, em casa, de Marques e Rui Costa, integrantes do departamento de futebol atleticano. Até mesmo o presidente Sérgio Sette Câmara, que está na Europa, entrou em contato com ele para dar todo apoio necessário. E tudo culminou no anúncio oficial desta sexta. É fato que ele seguirá trabalhando no clube, possivelmente com uma função junto ao futebol. Mas, claro, fora das quatro linhas.

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Fonte: 90min