‘As lesões tomaram mais de 50% da minha pele’, diz Kelly Key sobre psoríase



Kelly Key revelou há pouco mais de uma semana ter uma doença autoimune, a psoríase. A doença justificou a presença da cantora no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19. O momento foi registrado no Instagram de Kelly. Em entrevista ao jornal O Globo, a cantora explicou a extensão da doença.

“Durante minha temporada em Portugal, apareceram as primeiras lesões na pele, que ficaram mais intensas depois que tive Covid-19, em dezembro do ano passado. Fiz todos os exames, inclusive uma biópsia. Com o resultado em mãos, começamos a tratar a psoríase, uma doença autoimune. Mas sem muito sucesso. Há cinco meses, voltei para o Brasil com a família e procurei minha demartologista. Manipulamos um tratamento, mas que não deu tanto resultado após um mês. Então, minha médica entrou com um imunossupressor. As lesões tomaram mais de 50% da minha pele: pernas, costas, cotovelos… A crise foi realmente séria. O remédio me salvou e hoje as lesões estão cicatrizadas. O que tenho são machas esbranquiçadas, que irão desaperecer logo logo. Mas ainda preciso tomar o imunossupressor por um período. Aliás, o que meu deu direito à vacinação prévia não foi a doença, mas sim a medicação”, esclareceu.

Ela ainda relatou o processo da descoberta da doença até o tratamento, e como aprendeu a lidar com ela. 

“No começo, confesso que lidar com a doença foi muito chato. As pessoas têm pouca informação sobre a psoríase. Inclusive, é por isso que resolvi falar sobre ela nas redes sociais. Não sofri preconceito, mas já ouvi relatos de quem passou por situações ruins por causa disso. É muito desagradável termos uma cabeça descamando, que arde e dói, porque essa doença machuca. É muito dolorido e olhar do outro para essas lesões não é legal, desagradável. Então, a questão psicológica é um agravante. Temos vários gatilhos que podemos desenvolver.”





Fonte: iBahia