Mbappé diz que ainda não é possível o comparar com Messi e CR7


Francês

Mbappé diz que é exagero comparação com Messi ou CR7, mas diz que é um dos melhores

Astro francês diz que todos sabem disso e que comparação seria “falta de consciência”. Ainda revelou conselhos a Neymar sobre festas

Publicado em 02/06/2021
por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 2 (AFI) – Mesmo sendo um dos melhores jogadores do mundo aos 22 anos, Kylian Mbappé entende em qual prateleira está no futebol. Em entrevista para a revista britânica Esquire, o jovem francês disse que não é possível fazer uma comparação com Messi e Cristiano Ronaldo, Mbappé disse que os dois ainda são melhores.

O jogador, bem humorado, ainda completou sua fala.

“Todo mundo sabe disso. Se você disser a si mesmo que se sairá melhor do que eles, isso está além do ego ou da determinação – é falta de consciência. Esses jogadores são incomparáveis. Eles quebraram todas as leis da estatística. Eles tiveram 10/15 anos extraordinários”, complementou.

Mbappé foi o artilheiro do Campeonato Francês pelo terceiro ano seguido - Foto: Reprodução / Instagram

Mbappé foi o artilheiro do Campeonato Francês pelo terceiro ano seguido – Foto: Reprodução / Instagram

É UM DOS MELHORES

Apesar de não se comparar aos dois, o atacante entende e disse que se compara aos melhores jogadores do momento.

“Claro que acabamos sempre nos comparando com os melhores, tal como um pasteleiro se compara com os melhores pasteleiros. Vejo jogos de outros grandes jogadores para ver o que fazem e penso que eles também olham para mim. E isso faz com todos tentem ser melhores, que cada um se leve ao limite, tal como Cristiano Ronaldo foi bom para Messi e Messi foi bom para Cristiano Ronaldo”, disse.

ENSINOU O NEYMAR

Ao longo da entrevista, Mbappé ainda comentou que explicou a Neymar que na cultura francesa as pessoas não são tão alegres e festivas como os brasileiros. Por isso, ser visto sempre em festas ou comemorando não rende uma boa imagem.

Aqui não é bem visto mostrar momentos mais descontraídos. As pessoas vão pensar que ele se dedica menos ao clube porque joga pôquer. Creio que ele já começou a compreender isso. Mas não foi fácil – quando chegou colocaram a cara dele na Torre Eiffel, fizeram um espetáculo; seis meses depois perguntaram para ele porque jogava pôquer”, comentou.


Fonte: Futebol Interior