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Tigrão informa que o salário de Paulo Sérgio é de R$ 80 mil


Brasileiro

Tigrão informa que o salário de Paulo Sérgio é de R$ 80 mil

Ponte Preta trouxe o atacante do CSA

Publicado em 12/06/2021
por ARIOVALDO IZAC – –

Paulo Sérgio

Paulo Sérgio

Pasmem: o analista Valdemir Gomes, o Tigrão, falou neste sábado, no Canal EOL, que o salário do atacante Paulo Sérgio, da Ponte Preta, gira em torno de R$ 80 mil mensais.

Caso se confirme esse valor, seria uma tremenda irresponsabilidade de quem gerencia o Departamento de Futebol do clube, com conivência do presidente Sebastião Arcanjo, dirigente que referencia os negócios.

Quando Paulo Sérgio ainda era cogitado no bloco de jogadores a serem contratados, eu disse neste espaço, com todas as letras, para que não incorressem no risco de trazê-lo, para posterior arrependimento.

Por que essa posição incisiva, que contrariava a maioria da mídia esportiva de Campinas?

Porque não sou analista de números, que à época indicavam Paulo Sérgio com dez gols pelo CSA no último Campeonato Brasileiro da Série B.

GOLS FÁCEIS

Não consideraram que três daqueles gols foram anotados numa goleada sobre o rebaixado Paraná por 4 a 0, no geral três em cobranças de pênaltis (um deles contra o Paraná), ficando os demais distribuídos em outros jogos.

Como assisti à vários jogos de Paulo Sérgio pelo CSA, a constatação foi de artilheiro dos gols fáceis, não de construção de jogadas.

Logo, não hesitei em contrariar a maioria porque estava convicto de minha análise, apenas agora carimbada por quem passou a observar o atleta a partir da chegada dele na Ponte Preta.

GENTE DA BOLA

Ora, se exerço apenas a função de analistas de futebol, e por prevenção havia feito indicativos sobre o atleta, por que gente do futebol da Ponte Preta, bem remunerada para o exercícios adequado da função, não teve idêntica percepção?

A dedução lógica é que não sou melhor de que ninguém. Eles, sim, são piores de que nós.

De certo, se o atento torcedor pontepretano tivesse a mesma oportunidade de assistir à jogos do CSA, teria a mesma identificação.

LOCATELLI

Quando da contratação do volante Vini Locatelli questionei os reais motivos de a Chapecoense dispor do jogador de seu elenco, visto que nesta temporada integra a Série A do Campeonato Brasileiro.

No pouco que havia observado de Locatelli na Chapecoense, não constatei nada que chamasse atenção, até porque, como reserva, ele entrava no transcorrer de partidas.

Por fim, após longo tempo reconheceram o erro da contratação do zagueiro Luizão e o liberaram ao final do Campeonato Paulista.

A exemplo de Paulo Sérgio, carimbei neste espaço – quando ainda especulavam o interesse pelo atleta – para não incorrerem no erro que seria consumado se o trouxessem.

Pois pagaram pra ver e viram.

Eu tinha visto o futebol de Luizão no São Bento e Santo André, ocasiões em que ambas equipes eram comandadas pelo treinador Paulo Roberto Santos.

Quem analisa minimamente futebol deve avaliar criteriosamente contratações de zagueiros que atuam em equipes retrancadas, como são aquelas de Paulo Roberto Santos.

Quando os zagueiros falham, na maioria das vezes há um companheiro nas proximidades para a devida correção. Aí o erro fica quase imperceptível, diferentemente do estilo em que o zagueiro fica exposto e de mano com atacante adversário. Nestas ocasiões as limitações do atleta ficam evidentes.

E quem teve a curiosidade de ficar atento ao detalhe, jamais se equivocaria no caso específico de Luizão.

FÁBIO MORENO

No processo de montagem e remontagem do elenco pontepretano nas últimas temporadas, o ex-treinador Fábio Moreno teve participação ativa, enquanto coordenador de futebol, e ainda assim foi transferido à função de treinador, fracassou, mas em vez da demissão foi remanejado de volta ao antigo cargo.

Hoje, o que se vê é uma Ponte Preta na base do apadrinhamento e voltada às apostas de jogadores jovens, na expectativa de que haja reviravolta das precárias condições técnicas em que se encontra.


Fonte: Futebol Interior