Boliviano entra novamente na justiça e pede suspensão do VAR


Campinas, SP, 1 (AFI) – O engenheiro boliviano Fernando Mendez Rivero deixou mais um capitulo na história do VAR no Brasil. Pela segunda vez, ele pede, a suspensão da utilização do árbitro de vídeo em todas as partidas do território nacional, o que inclui a Copa América realizada no Brasil até o dia 10 de julho.

Desta vez, o engenheiro boliviano cita os episódios envolvendo o presidente afastado da CBF, Rogério Cabloco, onde está sendo acusado de assédio moral e sexual. Além disso, Fernando fes questão de incluir no processo os afastamentos de comandantes da Confederação Brasileira de Futebol ocorrida nos últimos anos.

NÃO É DE HOJE

Esses não foram os primeiros episódios de Fernando Mendez envolvendo a CBF na justiça. Em 2019, o colombiano solicitou juridicamente que a Confederação Brasileira de Futebol apresentasse o registro da criação do VAR, pois a entidade dizia que era “pioneira no envio do projeto do VAR à FIFA”.

Além do reconhecimento de registro, Mendez protocolou um pedido de suspensão do uso do arbitro de vídeo em todo território brasileiro, imediatamente, e também, indenização a ser calculada pela quantidade de vezes em que o sistema foi usado no futebol brasileiro. O valor gira em torno de R$ 60 mil por partida.  

DEFESA

Em janeiro deste ano, a CBF, através dos advogados da entidade esclareceram que o pedido de Fernando Mendez Rivero seria irregular e solicitaram o encerramento do caso. “Nenhum dos funcionários da CBF é o autor do VAR, que, como um novo conjunto de regras do futebol, é de responsabilidade da IFAB, a organização cuja função é editar as regras do futebol. Embora o Sr. Manoel Serapião, ex-árbitro e funcionário da CBF, tenha sido um importante entusiasta do uso da tecnologia no futebol, não foi ele quem desenvolveu as regras de implementação do Árbitro de Vídeo (VAR)“, diz um trecho da defesa.

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Fonte: Futebol Interior