Dado Cavalcanti comenta dificuldades de jogar contra equipes fechadas


Salvador, BA, 8 (AFI) – Após vitória por 1 a 0 contra o Juventude, em jogo de poucas oportunidades, o técnico Dado Cavalcanti, do Bahia, destacou a organização da equipe para chegar no resultado.

Em entrevista coletiva, Dado falou sobre outros detalhes do jogo.

Poucas chances de gol na partida

“Precisamos incluir duas situações. É um adversário que marca bem, marca baixo, e nós tivemos problemas. Talvez não estivéssemos tão inspirados. Talvez por tudo que aconteceu contra o América, entramos mais conservadores em relação a atacar a defesa adversária, não fizemos algo que é normal em nossa equipe, que é atacar com dois alas. Dessa vez, tivemos um pouco mais de balanço. Fomos mais precavidos para não tomar contra-ataques. Naqueles que nós tomamos, conseguimos tirar a velocidade do contra-ataque e ter um retorno defensivo mais rápido, impedindo que o adversário criasse um ataque de gol”.

Dificuldades contra equipes bem fechadas

“Qualquer equipe, independentemente de qual nível, vai sofrer contra adversários que se fechem. Dificilmente acontecessem goleadas extremas contra equipe bem fechadas, independente do nível técnico. Não é uma situação exclusiva do Bahia. Sobre treinamento, volto a lamentar a falta de treinamento. Em função da sequência de jogos, faz muito tempo que não treinamos com esses jogadores que vêm jogando repetidas vezes. Os atletas que às vezes jogam e às vezes não, conseguimos dar um treino maior, variar um pouco a condição. Não dá nem para comparar a respeito do nível de treinamento com os resultados e performance em campo”

Pressão sofrida no fim do jogo

“Tivemos problemas defensivos, deixamos a desejar em algumas tabelas laterais e os adversários teve chances. Mas não demos toda essa brecha, todo esse espaço, não dá para dizer que foi um apagão. Acho apenas que nós descemos a linha um pouco, mas não soubemos engatilhar contra-ataques”.


Fonte: Futebol Interior