Festa com Matheus e Kauan termina com polícia; dupla diz que evento não era clandestino



A dupla sertaneja Matheus e Kauan se apresentou em uma festa com aglomeração na madrugada deste domingo (11), no bairro Jardins, na zona oeste de São Paulo. O evento, interrompido por uma ação da força-tarefa, contava com mais de 500 pessoas. A dupla negou que a celebração fosse clandestina. 

A ação foi realizada por agentes do Garra, da Polícia Civil, da Guarda Civil Metropolitana, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Vigilância Sanitária e do Procon. Devido a pandemia do novo coronavírus, festas e aglomerações seguem proibidas em São Paulo e o uso de máscara continua sendo obrigatório.

Em comunicado oficial enviado para a Revista Quem, Matheus e Kauan negam que a festa fosse clandestina.

“A dupla Matheus e Kauan foi contratada para realizar uma presença VIP no aniversário de Lucyana Villar, no dia 10 de julho de 2021 em uma pequena confraternização para familiares e amigos. No ato da contratação foi afirmado pelo contratante que seriam seguidos todos os decretos que regulam concentração de pessoas, adotando protocolos de segurança e que não haveria venda de ingressos. Infelizmente a parte Contratante não respeitou o pactuado, efetuando venda de ingressos sem nenhum comunicado e autorização, bem como também desrespeitou o acordado no que tange ao números de pessoas no local”, informaram em nota.

A organização do evento cobrou ingressos de até R$ 1.600 para a entrada na festa. Além disso, durante a abordagem as equipes encontraram drogas no local.

O deputado Alexandre Frota (PSDB) publicou em seu Instagram os vídeos da intervenção da força-tarefa na festa. A socialite Liziane Gutierrez, que frequentava o evento, proferiu ofensas ao deputado e aos policiais; veja vídeo.

Confira nota da dupla Matheus e Kauan na íntegra:

A dupla Matheus & Kauan foi contratada para realizar uma presença VIP no aniversário de Lucyana Villar, no dia 10 de julho de 2021 em uma pequena confraternização para familiares e amigos.

No ato da contratação foi afirmado pelo contratante que seriam seguidos todos os decretos que regulam concentração de pessoas, adotando protocolos de segurança e que não haveria venda de ingressos.

Registra-se que a dupla realizou o teste no dia e o mesmo teve como resultado “Não Reagente”.

Infelizmente a parte Contratante não respeitou o pactuado, efetuando venda de ingressos sem nenhum comunicado e autorização, bem como também desrespeitou o acordado no que tange ao números de pessoas no local.

CONFORME CLÁUSULA CONTRATUAL

“Atender às exigências do Poder Público para realização de eventos, seja perante a Policia Militar, Policia Civil, Corpo de Bombeiros, Juizado de Menores, normas/exigências de acessibilidade, da Vigilância Sanitária, ECAD ou qualquer outro órgão similar privado, ou qualquer outra instituição, bem como arcar com os prejuízos oriundos da inobservância desta alínea, isentando em qualquer hipótese, a CONTRATADA”

O departamento jurídico que assessora os artistas adotará as medidas cabíveis relativo ao descumprimento do contrato.





Fonte: iBahia