Para ficar de olho! Conheça os brasileiros favoritos a ganhar medalhas nas Olimpíadas


O universo olímpico é bastante extenso. Por isso, diante de tantas modalidades e atletas, pode ficar difícil saber o que de fato prestar atenção. Se sua intenção é assistir às Olimpíadas de Tóquio para torcer por aqueles brasileiras que são favoritos em seus esportes e têm chances reais de colocar uma medalha no placar do Brasil, preparamos uma lista para te ajudar. 

O país está bem representado em diversas modalidades, algumas mais famosas e onde o Brasil tem histórico de medalha, como no vôlei, tanto de quadra, quanto de praia, e outras menos conhecidas do público geral, como skate, que está estreando em Olimpíadas, e hipismo ou ciclismo mountain bike.

Então anota aí quais são os brasileiros – e seus respectivos esportes – que você deve ficar de olho:

Foto: Divulgação / FIVB

Seleção masculina: A equipe brasileira masculina de vôlei de quadra tem uma grande tradição olímpica. Já chegou em quatro finais, e foi campeã em 2004 e 2016 – ou seja, é a atual campeã. Foi campeã também da Liga das Nações deste ano.

Seleção feminina: Apesar das chances de ouro serem menor do que a masculina, a possibilidade de pódio é real. O time de José Roberto Guimarães, campeão em 2008 e 2012, pode brigar pela medalha de prata.

  • Ágatha e Duda e Alison e Álvaro Filho (Vôlei de praia)

O Brasil segue forte nessa modalidade. No feminino, a dupla Ágatha e Duda lidera o ranking mundial. Entre os homens, Alison e Álvaro Filho ocupam a segunda posição do ranking. Além das duas duplas, Bruno Schmidt e Evadrno e Rebecca e Ana Patrícia podem surpreender.

A baiana Bia Ferreira é a atual campeã mundial na categoria até 60kg do boxe feminino e tem boas chances de ganhar o outro.

Corre por fora: O também baiano Keno Marley pode surpreender e garantir uma medalha para o Brasil.

  • Fernando Reis (Levantamento de peso)

Há muito tempo entre os 10 melhores do mundo, o halterofilista chega em Tóquio para brigar por prata ou bronze. O ouro é uma meta difícil de alcançar, já que deve ir para a Geórgia.

  • Isaquias Queiroz (Canoagem de velocidade) 

Foto: Divulgação / COB

Em Tóquio, Isaquias pode igualar a marca histórica de cinco pódios olímpicos dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, e se tornar recordista em medalhas olímpicas representando o Brasil. 

O atleta competirá na canoa individualmente e também ao lado do conterrâneo Jacky Godmann no C2 1000m masculino nas águas de Tóquio. Na preparação para os Jogos, Isaquias levou a prata no C2 1000m ao lado da sua dupla. 

  • Alisson dos Santos (Atletismo)

Alisson dos Santos, conhecido como Piu, surgiu no atletismo adulto apenas em 2019. Mas de lá pra cá melhorou seu tempo nos 400m com barreiras sempre que correu competições importantes. Atualmente, possui marcas melhores do que as garantiram ouro em 2016. No entanto, a concorrência será grande. A expectativa é que Piu vá ao pódio, mas possivelmente conquiste a medalha de prata.

  • Gabriel Medina e Ítalo Ferreira
    Foto: Kelly Cestari / Divulgação WSL

Apesar das polêmicas “extra mar”, ao reclamar com o COB por não poder levar a namorada Yasmin Brunet à Tóquio, Gabriel Medina é o atleta brasileiro no Japão com mais chance de ouro, devido a sua excelente fase. 

E Ítalo Ferreira também está bem, o que deve garantir ao Brasil uma dobradinha de ouro e prata no surfe. Os dois terão como principais rivais os americanos.

  • Pâmela Rosa, Rayssa Leal e Letícia Buffoni (Skate)

Você sabia que o Brasil domina o skate street feminino? Das cinco melhores do mundo, três são brasileiras. São elas: Pâmela Rosa, Rayssa Leal e Letícia Buffoni.

No auge da carreira, Pâmela é a que tem mais chances de conquistar o ouro.

  • Ana Marcela Cunha (Maratona Aquática)

Depois de resultados frustrantes no Rio de Janeiro, em 2016, e em Londres, em 2012, Ana Marcela chega em Tóquio com o objetivo de conquistar a primeira medalha olímpica.

A baiana é bem cotada ao pódio, mas tem rivais à altura. 

  • Henrique Avancini (Ciclismo mountain bike)

Apesar de não ter conseguido bons resulados nos últimos torneios mundiais, Henrique segue sendo esperança de pódio, uma vez que já chegou a liderar o raking mundial da modalidade.

  • Marlon Zanotelli (Hipismo)

Depois de um longo reinado de Rodrigo Pessoa – que também vai para Tóquio – Marlon Zanotelli é o principal brasileiro do hipismo. Ele vem de bons resultados em provas na Europa e deve brigar pelo pódio individual. 

  • Martine Grael e Kahena Kunze (Vela)

Foto: Divulgação

Ouro no Rio 2016, as brasileiras foram prata no Mundial ano passado e devem estar no pódio nesta Olimpíada, brigando pelo ouro.

Também é bom ficar de olho em Robert Scheidt. O maior medalhista olímpico da história do Brasil pode não chegar entre os favoritos na classe laser, mas, com certeza, entra na lista de possíveis medalhas.

  • Arthur Zanetti, Arthur Nory e Rebeca Andrade (Ginástica Artística)

Arthur Zanetti, ouro em 2012, segue brigando entre os melhores do mundo e será assim na disputa em Tóquio. Arthur Nory foi prata no solo no Rio-2016 e camepão mundial da barra fixa em 2019. Não é tão favorito quanto o xará, mas está na briga.

No feminino, Rebeca Andrade é a esperança brasileira. A ginasta tem sido prejudicada por causa de lesões frequentes – foram três cirugias no joelho. Mas em Tóquio briga pela medalha de pra ou bronze no individual geral ou prata no salto. O ouro bem provavelmente irá para a americana Simone Biles.

  • Mayra Aguiar, Baby e Maria Suelen Altheman (Judô)

O judô brasileiro mais um vez chega com possibilidade de medalhas. As candidatas são Mayra Aguiar, Baby, que ganhou medalha nas duas últimas Olimpíadas, e Maria Suelen, terceira colocada no último Mundial.

Atual campeão olímpico, o futebol masculino sempre entra nas competições como candidato ao título, apesar de não poder contar com nomes como Neymar e Pedro, vetados pelos clubes. 

O Brasil está no grupo D, ao lado de Costa do Marfim, Arábia Saudita e Alemanha. A estreia será contra os alemães, dia 22 de julho, no Estádio Yokohama, em reedição da final da Rio 2016.

  • Darlan Romani (Atletismo – arremesso de peso)

Darlan é candidato a medalha, mas tem três adversários fortes pela frente: dois americanos e um neozelandês. 





Fonte: iBahia