Quincas Borba: uma análise completa para o vestibular


Quincas Borba: análise do romance

A prova de Literatura do vestibular da Fuvest é uma das provas mais difíceis dessa disciplina. Isso porque, o exame cobra, em suas questões, detalhes muito específicos sobre os livros que foram selecionados previamente.

A lista de livros escolhidos é disponibilizada todos os anos: e a de 2022 já está disponível. Dentre as obras selecionadas, podemos encontrar Quincas Borba, romance escrito por Machado de Assis.

Para que você garanta um bom desempenho na sua prova, o artigo de hoje trouxe uma análise completa do romance. Confira!

Quincas Borba: introdução

O romance Quincas Borba foi escrito por Joaquim Maria Machado de Assis. A obra faz parte da denominada “trilogia realista” do autor, ao lado de Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro.

Quincas Borba: resumo da narrativa

O protagonista da obra é Rubião, amigo e enfermeiro de Quincas Borba.

Quincas Borba era um filósofo que pregava o denominado “humanitismo”. O personagem aparece também na obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, em um diálogo com Brás Cubas.

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A morte de Quincas é retratada logo no início do romance. Como não tinha herdeiros, as suas propriedades passam a ser de Rubião, mas com uma condição: o enfermeiro deverá cuidar do cachorro do filósofo, que também se chama Quincas Borba.

Um belo dia, Rubião decide se mudar para a cidade do Rio de Janeiro. No trem que conduz ao local, o enfermeiro conhece o casal Palha, composto por Cristiano e Sofia.

Os dois se mostram muito amigáveis com Rubião. Esse, então, conta para o casal sobre a herança recebida de Quincas.

A partir desse momento, o casal decide se aproveitar, por meio de uma falsa amizade, de Rubião para explorar a sua fortuna.

Quincas Borba: narrador

Quincas Borba é um romance que possui um narrador de 3° pessoa, ou seja, que não participa da narrativa. Porém, esse narrador é onisciente, uma vez que conhece todos os sentimentos dos personagens.

Quincas Borba: o oportunismo e a loucura

Machado de Assis usa os personagens Sofia e Cristiano para realizar uma crítica ao culto das aparências e ao oportunismo, características presentes na sociedade brasileira do século XIX (época em que o romance foi escrito).

Ainda, Machado retrata as consequências do oportunismo naqueles que são explorados. Rubião, após empobrecer graças ao casal, passa a enfrentar uma loucura exponencial e constante, que consolidará o seu destino.

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Fonte: Notícias Concursos