Casos de família: filhas de Gugu acusam a tia de manipulação; entenda caso



Os problemas na família de Gugu Liberato parecem estar longe do fim. Após a morte do apresentador, em um acidente doméstico em 2019, seus familiares entraram em um verdadeiro embate para decidir o futuro da herança. Nesta quarta-feira (25), foi a vez das gêmeas Sofia e Marina, filhas do artista, abrirem o jogo sobre a treta familiar. Elas acusaram a tia Aparecida Liberato, irmã de Gugu, de manipulação e mentiras.

Segundo as adolescentes de 17 anos, o problema central é que a família de parte de pai não reconhece a união estável de Gugu e Rose Miriam, mãe de Sofia, Marina e João. “Minha tia e os advogados dizem que minha mãe não tinha união estável com meu pai, mas eles tinham sim, nós éramos uma família e só quem sabe a verdade somos nós”, disse Sofia em entrevista a Leo Dias. A irmã ainda completou que os familiares afirmaram que nunca aceitarão Rose como companheira do apresentador.

Neste cenário, as irmãs começaram a desconfiar da tia paterna. “A gente achou muito estranho o jeito que ela agia com a gente, nos tratando como criança, representando e explicando as coisas como se a gente tivesse oito anos de idade. A gente procurou uma advogada, mas não deu certo porque minha tia conseguiu tira-la (do caso). A gente estava pensando em se emancipar, mas não deu certo”, relembrou Marina. 

Marina ainda completou que a tia dificultava o acesso das herdeiras aos documentos do caso. “A gente pedia documentos, eles falavam que iam mandar, mas não mandavam. Pedi para me mandarem um documento que provasse o quanto a gente tinha de dinheiro em um dos bancos do Brasil. Nunca vi o documento.”, afirmou. Além disso, ela afirma que um documento foi assinado em nome das irmãs, porém sem o conhecimento delas: “Um exemplo foi quando o nosso primo pediu um dinheiro altíssimo e ela (tia) assinou como se a gente tivesse concordado. Nem falou com a gente, só soubemos pelo jornal”.

Além do controle em relação aos documentos e burocracias, as gêmeas relataram que não puderam nem ao menos escolher um advogado para representá-las. Outra reclamação diz respeito ao valor recebido mensalmente. “Eu pedi um aumento porque com 500 dólares não dava mais para comprar comida e tal. Pedi dois mil dólares, que ainda é pouco, e ela disse que era um absurdo. Mas não chega nem perto do que ela tira por mês pelas nossas contas”, contou Sofia.

A adolescente ainda relatou que ficou bastante chateada por ser barrada de comprar um Porsche. “Ela (tia) falou que a promotora tinha dito que eu não podia ter esse carro, que era muito luxo para uma criança de 17 anos. Acabei comprando um carro que era metade do preço do que eu queria e não fiquei feliz”, desabafou.





Fonte: iBahia