PC deve concluir inquérito sobre morte de menino afogado em piscina na próxima semana

A Polícia Civil deve concluir na próxima semana o inquérito sobre a morte do menino de 2 anos, Luan Henry de Souza Dantas, 2 anos, que faleceu após se afogar em piscina de uma residência no Loteamento Recando dos Coqueirais, na Praia do Francês, em Marechal Deodoro no último mês de julho.  De acordo com…

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A Polícia Civil deve concluir na próxima semana o inquérito sobre a morte do menino de 2 anos, Luan Henry de Souza Dantas, 2 anos, que faleceu após se afogar em piscina de uma residência no Loteamento Recando dos Coqueirais, na Praia do Francês, em Marechal Deodoro no último mês de julho. 

De acordo com informações do chefe de cartório do 17º Distrito Policial de Marechal Deodoro, Marcos Albuquerque, uma médica e três enfermeiras – que realizaram atendimento ao garoto na UPA do Francês – foram ouvidas esta semana sobre o caso. Falta apenas o depoimento de um médica para finalizar as oitivas.

“Não podemos repassar detalhes sobre os depoimentos porque corre em segredo de justiça, mas o inquérito está quase concluso. Muita gente já foi ouvida e falta escutar apenas um médico, que por causa da sua profissão não conseguimos ainda. O inquérito está bastante substanciado e deve ser concluído e remetido na próxima semana”, informou albuquerque ao Alagoas 24 Horas. 

Em julho deste ano, o pequeno Luan Henry morreu afogado na piscina de uma casa na Praia do Francês. O menino chegou a ser levado à UPA do Francês, onde já chegou em óbito. A advogada – responsável pela tutela do menino  – estava com a criança e seu irmão após ingressar com processo de adoção.

Sete adultos e outras três crianças estavam na residência onde a criança morreu. Na versão apresentada à polícia, a advogada alegou que colocou Henry para dormir e quando foi procurá-lo não o encontrou. A criança foi localizada no fundo da piscina pela diarista da família. O menino foi retirado da água, recebeu manobras de ressuscitação, que não surtiram efeito, e encaminhado à UPA, onde a equipe médica atestou o óbito.

No desdobramento do caso, a delegada Liana Franca passou a investigar a advogada por abandono de incapaz. Em entrevista à imprensa, a advogada da família, Rayanni Mayara, afirmou que a família está sendo alvo de preconceito de gênero.

Fonte: Alagoas24horas