Caso Jaguaripe: justiça reconhece falta de provas em acusação contra suspeito



Foto: Reprodução/Instagram

Por conta da falta de provas, a Justiça determinou o arquivamento do processor por homicídio movido contra o então réu Agnaldo da Silva Neto, morto na última segunda-feira (11) próximo a pousada de luxo ˜Paraíso Perdido”, em Jaguaripe, na Bahia, distante 100 quilômetros de Salvador.

De acordo com o tenente-coronel Edmundo Assemany, tanto Agnaldo, quanto Felipe, que foram mortos após o confronto, eram considerados chefes do tráfico de drogas na região de Feira de Santana, a 116km da capital baiana.

Segundo informações do “O Globo”, o processo contra Agnaldo era referente a um homicídio registrado em 6 de dezembro de 2020, onde uma jovem foi baleada em um bar. A investigação do caso descobriu que a moça vivia um relacionamento com Erick Pereira Maciel, o Leca, que chegaria a integrar uma organização criminosa com ligações do tráfico.

Por conta disso, teria recebido ameaças. Na época, Carlos Santos Alves, o Carlinhos, foi identificado como autor do disparo, ele morreu no decorrer do processo.

Após prisão, influenciadora defende namorado

Uma das influenciadoras presa na pousada de luxo Paraíso Proibido, em Jaguaripe, extremo sul da Bahia, se manifestou pela primeira vez desde o ocorrido. Laylla Cedraz foi detida após tentar fugir com outra influenciadora, identificada como Adrian Grace. As duas foram liberadas após audiência de custódia na terça-feira (12).

Nos stories do Instagram, Laylla negou que o namorado, Felipe Augusto, morto pela polícia, tenha envolvimento com crimes. “Não existiu troca de tiro e sim covardia, nem prender eles queriam. Nem algema eles tinham. Felipe não tinha arma nenhuma, nem droga, isso tudo eu vou explicar pra vocês amanhã. Felipe tinha ficha limpa! Se fosse abordado ia sair porque não deve nada”, escreveu em uma das postagens.





Fonte: iBahia