Mundo do trabalho pós-pandemia: veja 10 dicas importantes para você não ficar pra trás



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Já se passaram 2 anos e ainda estamos em fase de adaptação. No auge da pandemia, em 2020, vivemos a intesidade do trabalho remoto. O que exigiu da gente novos apredizados relacionados às competências técnicas e também no desenvolvimento de habilidades.

O futuro do home office? Uma forma híbrida de trabalhar: um cotidiano profissional que mistura o trabalho presencial e o remoto. Aliás, isso já se tornou realidade.

Mas, como será a nova forma de contratação? Algumas empresas aproveitaram esse “boom” tecnológico e adaptaram o processo de recrutamento e seleção, colocando algumas etapas online e até plataformas que contam com algorítimos auxiliando nesse processo. No mais, as exigências continuam as mesmas: mão de obra qualificada. Os profissionais precisam apresentar as suas competências técnicas e habilidades que estejam alinhadas ao que o cargo exige.

Abaixo, você confere 10 dicas para lidar com os desafios e se adaptar ao mundo do trabalho pós-pandemia:

  1. Os profissionais das mais diversas áreas precisam ter a atenção voltada para a tecnologia. Capacitar-se! Mas, calma! Não tô falando que você deve se tornar expert em software ou algorítmos, mas é necessário o básico para sobreviver nesse novo cenário. Lembra que durante o período de home office intenso muitos de nós tivemos que aprender a lidar com inúmeras plataformas? Pois é, até para uma simples reunião precisávamos saber o mínimo.
  2. Resiliência, inteligência emocional e capacidade de dar a volta por cima, são algumas das habilidades comportamentais mais exigidas no momento.
  3. Cuidados com a saúde mental. Todos nós passamos um período de trauma coletivo, muitas vezes convivendo com gatilhos de trauma pessoal. Isso impactou alguns profissionais na sua produtividade no trabalho. Algumas empresas entenderam esse cenário e apostaram na contratação de psicólogos(as) para seus colaboradores. Infelizmente nem todos podem contar com esse privilégio.
  4. Desenvolver a habilidade de trabalhar em equipe à distância. Mesmo com o fim da pandemia, o home office vai continuar uma realidade para muitos profissionais.
  5. Não há lugar pra zona de conforto! Ou você procura por desenvolvimento ou vai ficar pra trás.
  6. Muitas empresas vão recuar em termos salariais. Mas não desanime, lembre que pra conseguir aproveitar a evolução do mercado de trabalho, você precisa continuar visível profissionalmente.
  7. Se você está num emprego estável, já entendeu que precisa investir em melhoria contínua, tanto na capacitação técnica quanto desenvolvimento de habilidades. Então invista em cursos e desenvolvimento comportamental. Isso faz toda a diferença.
  8. Se você perdeu o emprego e/ou está procurando uma recolocação profissional, a dica anterior vale pra você também.
  9. Desanimar agora vai colocar você em desvatagem profissional. Sei que muitas vezes dá vontade de desistir, mas procure entender as exigências do mercado de trabalho como um todo e também da sua área específica. Isso ajuda, inclusive, a criar um curriculo mais direcionado.
  10. Faça um mapeamento das vagas disponíveis no mercado de trabalho que estejam na sua esfera de atuação. E não espere para fazer isso, apenas quando estiver à procura de uma nova oportunidade. Pare de ficar empurrando com a barriga e adiando isso pra depois. O importante é estar em contato com a realidade da sua área. Pesquise por cargos, salários e as novas exigências relacionadas à sua profissão. E, claro, mantenha vivo o seu networking.

Agora me diz uma coisa: Você ainda está esperando tudo isso passar para recuperar o ânimo profissional? Ou enxerga esse momento como uma oportunidade de se preparar para quando o mercado de trabalho estiver aquecido as empresas buscarem profissionais como você?

Cristiano Saback* – @cristianosaback
Consultor de gestão e carreira, orientador vocacional e palestrante há mais de 20 anos. Tem experiência com pequenas, médias e grandes empresas. Além disso, orienta e treina profissionais para um melhor posicionamento no mercado de trabalho. Formado em Comunicação e também em Análise Comportamental, com pós- graduação em Psicologia Analítica, pós-graduação em Psicopedagogia e pós-graduação em Potenciais de Imagem. É diretor do Instituto Inteligência Interpessoal.

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Fonte: iBahia