Já começamos este texto respondendo à pergunta do título com outra: e como seria diferente? A transformação digital que tomou conta de nossas vidas nos últimos anos afetou praticamente toda e qualquer indústria que possamos pensar e não teria como ser diferente com o setor de entretenimento. O barateamento e maior acesso à tecnologia mudaram a forma como nos relacionamos com o mundo – hoje podemos até encontrar quem não tenha um televisor de última geração ou computador em casa, mas dificilmente esta pessoa não terá acesso a um smartphone, certo?
E é aí que está um dos eixos desta questão, afinal, o que é um smartphone? Como o nome diz, claro, se trata de um telefone, mas hoje é muito mais do que isso, reunindo funções que antes exigiriam diversos aparelhos diferentes – não é exagero dizer que nossos celulares hoje são ferramentas imprescindíveis do cotidiano, afinal, com eles podemos resolver questões de trabalho, comunicar com pessoas queridas, registrar momentos, e claro, podemos usá-lo para fins de lazer.
O digital transforma
Com o acesso à tecnologia cada vez mais democratizado, era natural que a indústria acompanhasse tal ritmo – hoje consumimos conteúdo sob demanda, seja na forma de vídeos, séries, filmes, jogos e afins, nada mais é ditado pela indústria, e sim pelo consumidor, que escolhe o que assistir, quando assistir e como assistir. Com tanta liberdade na mão do consumidor final, cabe às empresas se adaptarem ao ritmo ditado pelo consumidor.
As mídias digitais reestruturaram o modelo de negócios para todos os setores mencionados no parágrafo anterior, da música aos jogos, passando pelo cinema e correlatos, que aos poucos passaram a adotar este regime sob demanda, já que boa parte da população tem acesso a pelo menos um aparelho eletrônico onde este tipo de conteúdo pode ser consumido, bastando uma boa conexão à internet.
Digital é conveniência – e provedores de Igaming são os primeiros que notaram que
Um imperativo quando falamos de digitalização é a conveniência que este processo traz – tudo é feito para levar comodidade ao usuário final, e comodidade acaba por gerar fidelidade, afinal, o mundo está ao seu alcance em poucos cliques. Essa conveniência pode se estender até mesmo a setores que não consideramos tão óbvios, como por exemplo o de cassinos online – estabelecimentos que até pouco operavam predominantemente de maneira física passam a abraçar o digital, afinal, não há limites nem barreiras físicas que impeçam jogadores de chegar até eles.
Com a popularização, barateamento e surgimento de novas tecnologias, logo ficou claro para cassinos e apostadores que uma aposta no digital poderia trazer benefícios para todos os envolvidos – os cassinos teriam acesso a uma maior base de jogadores e os jogadores poderiam jogar do conforto de suas casas. Alguns estabelecimentos contam até com programas de afiliados do cassino, para se ter uma ideia, tudo para tornar experiências mais cômodas e lucrativas para todos – e por falar em lucros, um dos jogos mais populares destes cassinos online é o caça-níqueis, ainda mais caça-níqueis de jackpot progressivo, em que o prêmio aumenta progressivamente.
Público também espera mais do digital
Logo acima discutimos como a digitalização é, essencialmente, uma questão de conveniência, o que de certa forma acaba criando expectativas por parte do público consumidor. Hoje em dia, o público procura por experiências melhores, personalizadas de acordo com seu perfil – afinal, com tantos serviços disponíveis hoje em dia, ganha aquele que se destaca não só no conteúdo oferecido por sua plataforma, mas também como a plataforma disponibiliza tal conteúdo.
Como todo esse processo se dá através de computadores, smartphones e demais dispositivos, como tablets, ou seja, interações entre máquinas e humanos, a forma que consumimos conteúdo e como consumimos estes conteúdos, geram um volume gigantesco de dados. São estes mesmos dados que contém informações valiosíssimas para que as empresas entendam o perfil de seus clientes, criando assim uma experiência cada vez mais modelada nestes.
Investir em personalização mostra que a empresa se importa com aquele cliente e valoriza a sua presença, e ao prover conteúdo que vá de encontro ao que o usuário espera, cria-se aí uma oportunidade para fidelização e retenção deste cliente. Logo menos, oferecer uma experiência única a cada assinante será imperativo.
Conclusão
Pode-se dizer que um maior acesso à tecnologia, na forma de computadores e smartphones, ajudou a indústria de entretenimento a sair da estagnação – temos mais conteúdo do que nunca sendo produzido, com distribuição em plataformas próprias para isso, não dependendo mais de emissoras de TV, por exemplo, possibilitando o lançamento mundial de séries e filmes sem grandes preocupações com distribuição ou logística.
O digital veio para ficar e as mudanças sofridas pelo setor de entretenimento são mais uma prova disto. Mais do que nunca, o cliente é rei.