
Representando Alagoas pela segunda vez no maior evento da arte marcial no país, os alunos do ensino técnico integrado ao médio foram acompanhados pelo professor Jadson Lira, da Associação Alagoana de Artes Marciais Chinesas (Amachi), que agradeceu o suporte financeiro dado pelo Ifal Penedo aos estudantes.
“Esse apoio foi muito importante, porque eles só viajaram por causa dessa ajuda que custeou passagem, hospedagem, transporte local e alimentação. Então, isso foi fundamental para eles. Na verdade, foi essencial, porque se não fosse o apoio do campus, não teriam ido e conquistado as medalhas”, explicou o instrutor que treina o grupo de kungfu na cidade de Penedo.
Além da ajuda de custo concedida para participação no campeonato, ambos os alunos são bolsistas do Programa de Incentivo às Práticas Artísticas e Desportivas (Pipad). Trata-se de uma iniciativa do Ifal vinculada à Assistência Estudantil, que concede bolsas mensais no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) para que estudantes desenvolvam atividades nas áreas de Artes e Educação Física.
Os medalhistas

Elieltow destacou a importância de os estudantes atletas do Ifal Penedo representarem, mais uma vez, a instituição de ensino e o estado alagoano na competição nacional. “É uma honra incrível. É uma oportunidade de mostrar o talento e a dedicação dos atletas da nossa região, além de promover o esporte localmente. Significa muito para mim, pois estou carregando o orgulho e a responsabilidade de representar, não apenas a mim mesmo, mas também aqueles que acreditam em mim e no potencial esportivo da nossa região. Vou dar o meu melhor para inspirar outros jovens atletas a perseguirem seus sonhos no esporte. É o fruto de um trabalho árduo, que só foi possível por conta da perseverança e determinação de todos os envolvidos. Sinto-me realizado”, explanou o medalhista de ouro.

Rychard também falou sobre se sentir honrado em representar, pela segunda vez, o Ifal e Alagoas na competição. “É muito especial para mim e é sempre uma honra representar meu estado, cidade e campus. Sempre é gratificante e espero pelos próximos [campeonatos]. Todas as minhas medalhas são muito importantes para mim e tenho orgulho das minhas conquistas. Essa, em especial, foi um sentimento de alívio e emoção. O kungfu se tornou parte da minha vida. Eu pretendo seguir adiante com isso, conseguir mais conquistas e relevância na arte marcial”, finalizou o atleta.
Por Imarlan Gabriel (estagiário de Jornalismo)*
(*) Sob a supervisão de Lidiane Neves


