Julio Cesar Chavez revela que seus irmãos o forçaram a ser boxeador: Eu queria ser jogador de futebol


Júlio César Chávez continua a inspirar os jovens como o maior expoente da cultura mexicana boxe. Porém, na infância ele não pensava em ser boxeador.

Nascido em Ciudad Obregon, Sonora, o ex-boxeador mexicano fez outra visita a Jordi Rosado, onde revelou detalhes de sua infância difícil, de origem humilde, e como alcançou fama internacional, o que lhe valeu um lugar na história como um dos maiores esportistas mexicanos de todos os tempos.

Julio Cesar Chavez fala sobre a luta dolorosa do filho contra o vício em drogasTikTok

Por que Julio Cesar Chavez decidiu se tornar boxeador?

Na verdade, Júlio lembrou diversas vezes que não pretendia se tornar boxeador. No entanto, seus irmãos o pressionaram, até mesmo o repreenderam se ele não calçasse as luvas quando era criança.

Ele queria ser jogador de futebol, mas sua família colocou as luvas nele e lá ele subiu para a glória, embora também conhecesse o inferno dos vícios.

Chávez disse que seus irmãos lhe pagaram um centavo e isso o convenceu. Ele nunca imaginou que ganharia até US$ 10 milhões por uma luta.

Por que Julio Cesar Chavez decidiu se tornar boxeador?

O ‘Grande Campeão Mexicano’ reconheceu que o principal motivo pelo qual decidiu permanecer no boxe foi sua mãe, pois ficava mortificado ao vê-la lavando e passando a roupa de outras pessoas, então prometeu a ela que seria campeão mundial para comprar uma casa para ela e pare de trabalhar.

Ele até cumpriu a promessa antes de se tornar campeão mundial: comprou a casa que alugavam, demoliu e construiu para ela uma nova casa naquele terreno.

Julio Cesar Chavez morava em uma carroça com 11 irmãos

Júlio lembrou também que seu pai era ferroviário e, na infância, dormia em uma carroça com os 11 irmãos.

“Lá”, disse ele, “o Natal foi difícil e viviam na pobreza, mas nunca lhes faltou um metro de feijão e arroz para se alimentarem, comida de que ele ainda desfruta até hoje.

“Estávamos em dois quartos, morávamos em uma carroça, não tínhamos casa. Dormíamos no chão, onde podíamos. a ponto de realizar seus sonhos.”





Fonte: Jornal Marca