Desprezo de Angel Reese e Chicago Sky da ESPN desperta fúria entre os fãs da WNBA


Anjo Reese é um dos jogadores mais admirados da atualidade. O Céu de Chicago a popularidade do forward está um pouco abaixo Caitlin Clark, da Febre de Indiana. No entanto, parece que ninguém notificou ESPNjá que a rede não transmitiu nenhum dos do céu jogos, causando a ira dos torcedores.

Reese oficializou ela WNBA estreia na noite de quarta-feira contra o Asas de Dallas. Reese seguidores e WNBA os fãs estavam ansiosos pelo jogo. Em vez disso, a rede decidiu transmitir o NHL jogos da pós-temporada.

A decisão não deixou os fãs muito felizes, principalmente depois da extensa cobertura que ESPN deu a Clark e a Febreestreia na terça-feira, dia 14, contra o Sol de Connecticut. Além disso, a rede também não transmitiu nenhum dos Reese jogos da pré-temporada.

A falta de cobertura televisiva do jogo entre Chicago e a Lince de Minnesota atraiu fãs para uma transmissão ao vivo de um fã via X, antigo Twitter. O stream gerou 500.000 visualizações no total, mas ESPN permaneceu imperturbável.

Críticas dos fãs

Assim que ficou claro que ESPN não iria transmitir Asas do Céuos fãs recorreram às redes sociais para lançar críticas amargas à emissora.

ESPN viajando por não encontrar um lugar para Anjo Reese estréia,” reclamou um usuário no X. WNBA foi dar Caitlin Clark ESPN e dar Anjo Reese estreia não televisionada no Twitter haha ​​veja como eles jogam”, reivindicou mais um.

“Cara, por que o Céu de Chicago jogo não ligado ESPN wtf… eles estão tentando me cobrar 35 por um passe da liga no YOUTUBE? Anjo Reese e Camila (Cardoso) ambos levaram os times às fichas, como não conseguiram ESPN…” comentou outro fã.

“As pessoas iriam sintonizar isso Anjo Reese jogo se estivesse ligado ESPN.. smh acho que vou comprar o WNBA passa bc vou apoiar, mas esse jogo precisa estar ligado ESPN!!” outro seguidor avisou.

O WNBA a temporada está apenas começando, então ainda há tempo para ESPN para resolver seus conflitos de agendamento. Uma cobertura mais justa das diferentes equipes profissionais de basquete feminino acabaria beneficiando a todos.





Fonte: Jornal Marca