Acusadora de Nick Carter, Melissa Schuman, exige que o caso não seja interrompido e acusa os fãs da cantora de desacreditá-la


Melissa Schumanna acusadora de Nick Carter, expressou sua frustração com a base de fãs do cantor e solicitou ao tribunal que não colocasse seu processo em pausa. Ela afirmou que não consegue mais lidar com a reação negativa dos fãs dele. Melissa, que era membro do grupo feminino Sonharinstou o Tribunal Superior de Los Angeles juiz negou a tentativa de Nick de suspender todo o caso, de acordo com documentos judiciais obtidos pela In Touch.

Nick Carterum membro do Backstreet Boysestá atualmente envolvida em batalhas legais em Nevada e na Califórnia. Outra mulher chamada Shannon Ruth foi o primeiro a entrar com uma ação civil contra Nick, acusando-o de agressão sexual em seu ônibus de turnê em 2001.

Em resposta, Nick processou Shannon, junto com Melissa e o pai de Melissa, alegando que eles orientaram Shannon sobre o que acusá-lo publicamente e exigiram mais de US$ 2 milhões em danos por sua suposta conspiração para extorquir um acordo dele.

usuario também acusado Melissaseu pai, e Shannon de usar uma conta no Twitter para espalhar informações “falsas” sobre ele, referindo-se a ela como um “despejo de mídia” por disseminar declarações fabricadas e difamatórias sobre ele. Seu advogado declarou que, desde novembro de 2017, Cárter foi alvo de um pequeno grupo de conspiradores envolvidos em uma campanha para arruinar sua reputação em prol de seus próprios interesses.

O custo emocional das batalhas jurídicas

MelissaO apelo de ao tribunal lança luz sobre o impacto emocional que as batalhas jurídicas podem ter sobre os indivíduos, principalmente quando enfrentam uma forte reação dos apoiadores do acusado.

Seu pedido para prosseguir com o caso reflete sua determinação em buscar justiça e responsabilizar Nick pela suposta agressão. Também destaca os desafios enfrentados por sobreviventes de agressão quando eles apresentam suas reivindicações.

A disputa legal em andamento entre Melissa e Nick atraiu a atenção do público e levantou discussões importantes sobre o tratamento de sobreviventes de agressão no sistema jurídico.





Fonte: Jornal Marca