Urruti fez história interrompendo uma penalidade lendária, para que o Barça venceu a liga com uma abertura de abertura de abertura desconhecida do público como filme quando chegou.
BARCELONA – 40 anos são comemorados em 24 de março de um atalho mítico de Javier Urruticoechea para Magic González em Valladolid. Uma penalidade que significou uma liga e uma explosão focada no ‘urruti t’estimo’ (urruti eu te amo) que gritou um jornalista de referência na Catalunha, Joaquim Maria Puyal, para se tornar a proclamação de uma geração inteira de Culers.
Essa penalidade deu ao Barça um título da liga que havia resistido durante os dez anos anteriores a dez anos (desde 1974) e que tinha no meio -goleiro de seus grandes protagonistas, assim como o grande Schuster e seu lado Los Migueli, Rojo, Alexanco, Archibald, Víctor ou Carrasco. E sob todos eles, um nome em inglês Terry Venables que, como Hansi Flick no verão de 2024, chegou 40 anos antes do clube do Barça como um verdadeiro marciano.
Venables caiu entre Barcelona como Flick fez. Não falando uma palavra de espanhol, usando um tradutor (o Graham Turner inigualável) e revolucionando o jogo da equipe de uma maneira que não se possa imaginar. O treinador inglês introduziu a prensagem tão chamada, uma pressão em todo o campo que surpreendeu seus próprios e estranhos, colocou o quarteirão sobre as figuras e o futebol tocou acrescentou a agressividade.
E esse Barça venceu a liga sendo o líder do primeiro até o último dia, estreando com um excelente 0-3 no Bernabéu e esmagador à imagem e semelhança desse time que, liderado por Hansi Flick, quebrou moldes e pouco se lembra do passado mais recente.
O alemão, como o treinador inglês chorando, desembarcou em Barcelona entre dúvidas, quando não se esgueirar, de um certo ambiente jornalístico que não o deixou ou liberou no banco antes de hesitar em sua capacidade ou, diretamente, desqualificá -lo. Não era muito diferente do que foi dito sobre Venables, um substituto para Menotti e que ele teve que lidar com a marcha de Maradona sem usar o discurso filosófico do treinador argentino.
Nem um nem o outro sabiam isso chamado ‘ambiente’, nem as guerras internas entre diferentes lados de Barcelona, nem as misérias que são publicadas ou proclamadas por alguns jornalistas ou cuspir, neste presente, redes sociais.
Resta saber se o filme do Barça de Hansi reproduz o sucesso da liga do qual ele dirigiu Venables, mas, por enquanto, fez toda uma fantasia andar de mãos dadas sob seus postulados.
Em torno do clube do Barça, qualquer fã veterano lembra o nome de venáveis com um sorriso e com admiração indissimulada de Urruti, que há 40 anos entrou nos livros de história de um Barça que neste 2025 também procura, sob os controles de um treinador que desembarcou como um verdadeiro marciano, seu lugar na história.
Fonte: ESPN Deportes

