– Passamos uma década sem nos encontrar ou conversar. Ele relembrou os tempos em que estudávamos juntos em Vargem Grande, as partidas que disputamos, e tudo isso trouxe boas memórias. Ficamos conversando por horas depois do jogo, revivendo histórias da época da escola, dos momentos no Flamengo. Ele destacou o quanto eu evolui, meu crescimento, e expressou sua felicidade por me ver novamente. Eu também estava emocionado pelo reencontro, pois o conheci quando ele tinha apenas 14 ou 15 anos. Depois de tanto tempo, vê-lo agora, competindo por prêmios como a Bola de Ouro, me encheu de orgulho. Ele superou muitas dificuldades, vindo de São Gonçalo, onde morava em condições complicadas. Lembro-me do seu primeiro jogo, contra o Atlético-MG, e como aquilo me inspirou a seguir em frente. Sem ele saber, sua trajetória motiva muitas pessoas. Ele é um talento extraordinário – destacou Alex.


