O dirigente do Rosario Central, que tem cinco décadas de vida, foi a pessoa responsável por liderar as conversas para a possível contratação. Ele compartilhou o vestiário com o renomado jogador argentino, vencedor de três Copas do Mundo, durante um período específico no início da carreira do atleta, quando este ainda se consolidava no esporte profissional. Essa relação prévia entre ambos criou uma base de entendimento que facilitou o diálogo durante as negociações. O executivo, conhecido por sua trajetória no futebol, utilizou essa conexão pessoal e profissional para aproximar os interesses envolvidos, demonstrando como laços construídos em etapas anteriores podem influenciar decisões futuras no meio esportivo. A história em comum entre os dois remonta a uma fase crucial de desenvolvimento do atleta, marcada por aprendizados e crescimento dentro do clube que os uniu anos atrás.


