Em minhas decisões, busco sempre priorizar o que considero mais eficaz para superar o adversário em campo. Em situações anteriores, enfrentamos limitações com atletas indisponíveis, seja por problemas físicos ou recomendações médicas. Alguns, como o caso do jogador mencionado contra o Botafogo, não conseguiram completar a partida. Tenho uma postura clara: não gosto de poupar atletas, mas reconheço que em certos momentos isso se torna inevitável devido a lesões ou falta de preparo físico para aguentar o ritmo do jogo. Na ocasião em questão, trabalhei com o que estava ao meu alcance, selecionando o que julguei ser o melhor dentro das opções disponíveis. Não subestimo nenhum time, pois acredito que todos apresentam desafios. Um exemplo foi o jogo contra o Central Córdoba, que muitos consideravam fraco, mas que nos surpreendeu com uma vitória em nosso campo. Minha estratégia inicial sempre é buscar o resultado positivo e, se possível, aproveitar oportunidades que surjam durante a partida. A equipe demonstrou um bom desempenho no primeiro tempo, controlando as ações, criando jogadas eficientes e marcando os gols necessários, o que também ajudou alguns jogadores a recuperarem confiança. No entanto, conforme o jogo avançava, o adversário mostrou sua principal arma: os contra-ataques rápidos e a exploração dos espaços, o que resultou em gols contra nós. Foi uma partida importante para dar minutos a atletas que estavam com menos ritmo, permitindo que ganhassem mais experiência e confiança para os próximos desafios.


