No ano de 2023, durante o período em que Ednaldo estava temporariamente afastado de suas funções, duas figuras públicas manifestaram interesse em se candidatar para assumir a posição. Um deles era um renomado jurista que já havia ocupado a presidência do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, demonstrando experiência no âmbito jurídico esportivo. O outro era um dirigente esportivo à frente da principal entidade que organiza o futebol no estado de São Paulo, conhecido por sua atuação em decisões relacionadas ao esporte na região.
Este último, em particular, foi um dos poucos líderes de federações estaduais que optaram por não endossar o documento público divulgado em uma reunião realizada na quinta-feira, destacando-se por sua postura independente em meio a um grupo que majoritariamente apoiou a manifestação. Sua decisão chamou atenção no cenário esportivo, especialmente considerando sua influência em uma das federações mais relevantes do país.
O afastamento temporário de Ednaldo gerou movimentações políticas dentro do meio esportivo, com possíveis candidatos se posicionando enquanto a situação se desenrolava. A ausência de assinatura do dirigente paulista no manifesto em questão reforçou a percepção de divergências internas e diferentes visões sobre os rumos a serem tomados na gestão do futebol nacional. Essa fase foi marcada por especulações e debates sobre quem poderia assumir o cargo, com os dois nomes emergindo como possíveis alternativas devido a suas trajetórias e influência no esporte brasileiro.


