A contratação de Rodrigo Caetano para a diretoria de futebol era um desejo antigo de Pedrinho, assim como a escolha de Fernando Diniz para o comando técnico do Vasco. Quando assumiu a presidência do clube, Pedrinho recomendou Caetano à 777 Partners, grupo que administrava o futebol do Vasco na época. No entanto, os investidores optaram por outro caminho, contratando Alexandre Mattos para o cargo. A decisão refletiu uma divergência de visão entre a liderança local e os controladores externos, comum em clubes com gestão compartilhada. A escolha por Mattos, mais alinhado ao perfil dos investidores, acabou prevalecendo sobre a indicação interna, demonstrando como as dinâmicas de poder influenciam as decisões em clubes com modelos de gestão híbridos. O episódio ilustra os desafios de equilibrar interesses locais e estratégias de grupos internacionais no futebol brasileiro.


