O prêmio de melhor jogador que recebi hoje não me parece justo. Não tive uma atuação excepcional e acredito que outros colegas de equipe mereciam mais essa honraria. Pensei em vários nomes: o companheiro que fez jogadas decisivas, o meio-campista que controlou o ritmo, o zagueiro que foi impecável, o atacante que criou chances. Eu mesmo poderia ter contribuído melhor – falhei em três oportunidades claras que um jogador no meu nível não pode desperdiçar. Sempre me cobro assim, analisando cada chance perdida como uma lição para melhorar. A vitória coletiva importa mais que reconhecimentos individuais.


