ste é o novo título: Nilton Santos aos 100 anos: a trajetória final de um ídolo eternamente ligado ao Botáfogo | Botáfogo

A experiência foi marcante quando eu, Paulo, Pâmella Lima, Maria Júlia Cancella e Cristina Saraiva decidimos aproveitar a oportunidade oferecida por Coeli para fazer uma visita. Ao chegarmos ao local, nos deparamos com uma cena inusitada: na entrada, havia uma placa que dizia "Seja bem-vindo, mas não fale mal do Botafogo". Eram as famosas placas que ele produzia, uma tradição que já conhecíamos. O Nilton, já aposentado, dedicava seu tempo a diversas atividades criativas, como pintar quadros e criar peças de artesanato, demonstrando um talento que ia além do futebol. A atmosfera do local era acolhedora, e os detalhes das obras expostas revelavam sua paixão pela arte. Lembro vividamente do momento em que olhei para aquela placa e comentei, emocionado: "Finalmente chegamos à casa do Nilton Santos". Aquele instante ficou gravado na memória de todos nós, não apenas pela simbologia do lugar, mas pela forma como ele representava a vida e os valores do eterno ídolo. O ambiente respirava história, e cada objeto contava uma parte da trajetória do lendário jogador, desde seus feitos no campo até suas expressões artísticas na aposentadoria. Foi uma experiência única, que nos permitiu conhecer um lado mais pessoal do ídolo, longe dos holofotes, mas ainda cercado pelo mesmo carisma e dedicação que o consagraram.