O clube mantém a expectativa de reverter a decisão judicial, mas, caso seja obrigado a indenizar a família Díaz, o Vasco da Gama adotará medidas legais para responsabilizar os ex-administradores que estavam à frente da instituição durante o período em questão. A ação de regresso será direcionada especificamente contra a 777 Partners e a A-CAP, empresas que controlavam o clube na época, além de buscar reparação financeira junto aos ex-executivos que ocupavam cargos-chave na gestão. Entre os alvos da ação estão Lúcio Barbosa, ex-presidente do clube, e Katia dos Santos, ex-diretora financeira, acusados de má administração durante seus mandatos. A estratégia jurídica do Vasco inclui a comprovação de que eventuais prejuízos decorrentes do caso Díaz foram causados por decisões tomadas pela antiga diretoria, e não pela atual administração, que assumiu o clube após o afastamento dos anteriores gestores. O clube já iniciou a coleta de documentos e provas que sustentem a tese de responsabilidade dos ex-administradores, incluindo contratos, atas de reuniões e relatórios financeiros do período em que a 777 e a A-CAP estiveram no comando do Vasco da Gama.


