STM destina 10 por cento da carga horária de servidores para diversidade

Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA

STM estabelece cota de 10% em treinamentos para temas de diversidade e inclusão

O Superior Tribunal Militar (STM) implementou uma nova diretriz para a capacitação de seus servidores. Conforme determinação do órgão, ao menos 10% da carga horária de treinamento deverá ser dedicada a conteúdos voltados para a cultura de diversidade, inclusão e direitos humanos, com foco em diretrizes antidiscriminatórias.

A determinação foi oficializada por meio do Ato Normativo nº 969, que promove alterações nas normas do Programa de Avaliação de Desempenho (PADES). O documento foi assinado pela presidente do STM, Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, que assumiu o comando da corte em 2025 como a primeira mulher a ocupar o posto.

Além de definir o conteúdo programático, as novas regras estabelecem critérios rigorosos para a permanência dos servidores em estágio probatório. Para obter a aprovação, o funcionário precisará atingir uma nota mínima de 2,8 pontos, o que equivale a 70% da pontuação máxima de 4,0. Caso o servidor não alcance esse desempenho, a legislação prevê consequências que variam desde o retorno ao cargo anterior até a exoneração, dependendo da estabilidade do profissional.

O Ato Normativo também reforça a responsabilidade das chefias imediatas, que deverão assegurar a participação dos subordinados no Programa de Ambientação da Justiça Militar da União.

Quanto à aplicação prática da nova exigência, o tribunal estabeleceu regras de transição. A meta de 10% em treinamentos sobre temas antidiscriminatórios será obrigatória para servidores que, até a publicação do ato, ainda não tivessem cumprido pelo menos 90% da carga horária mínima exigida. Por outro lado, aqueles que já haviam completado as 80 horas de capacitação previstas, mesmo que ainda não tenham sido promovidos, estão desobrigados de cumprir a nova meta específica.

Perfil dos articulistas e colaboradores da atualidade

O cenário do debate público brasileiro conta com a participação de diversos jornalistas, especialistas e analistas que compõem o quadro de colaboradores da imprensa nacional. Abaixo, apresentamos o perfil profissional dos nomes que, em 26 de maio de 2026, integram o corpo de articulistas e formadores de opinião.

  • J.R. Guzzo: Jornalista com trajetória marcada pela direção da revista Veja por 15 anos, a partir de 1976, período em que a publicação atingiu a marca de 1 milhão de exemplares semanais. Com experiência como correspondente em Paris e Nova York, cobriu a Guerra do Vietnã e a visita de Richard Nixon à China em 1972. É também o criador da revista Exame e colaborador do Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo.
  • Augusto Nunes: Profissional com passagens pela chefia de redação da Veja e direção de veículos como Jornal do Brasil, Estado de S. Paulo, Zero Hora e Época. Foi apresentador do programa Roda Viva, da TV Cultura, por oito anos, e é autor de obras como Minha Razão de Viver — Memórias de Samuel Wainer e A Esperança Estilhaçada — Crônica da Crise que Abalou o PT.
  • Ana Paula Henkel: Arquiteta e analista política, atua como pesquisadora associada do Instituto Ronald Reagan. Ex-atleta da Seleção Brasileira de Voleibol, conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 1996 e é bicampeã mundial de vôlei de praia. Atualmente, cursa Ciência Política na UCLA, em Los Angeles.
  • Guilherme Fiuza: Escritor e jornalista carioca, autor de obras como Manual do Covarde (2018), O Império do Oprimido (2016), 3.000 Dias no Bunker (2006) e Meu Nome Não É Johnny (2004). Possui atuação destacada como roteirista de televisão e analista político.
  • Rodrigo Constantino: Economista de orientação liberal-conservadora, é reconhecido como autor do livro Esquerda Caviar, publicado pela Editora Record.
  • Alexandre Garcia: Jornalista com histórico profissional que inclui o Grupo Globo, a TV Manchete e a rádio Jovem Pan, sendo colaborador da Gazeta do Povo.
  • Antonio Cabrera: Médico veterinário com especialização em produção animal e presidente do Grupo Cabrera. Exerceu o cargo de ministro da Agricultura e Reforma Agrária no governo Fernando Collor e foi secretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo na gestão Mário Covas. É membro da Sociedade Nacional de Agricultura e cônsul honorário da Espanha.
  • Eugênio Esber: Jornalista e escritor, autor de livros como Um Certo Mr. Elbling e O dragão e o galo. Com quatro décadas de atuação no Rio Grande do Sul, dirigiu publicações de economia e cultura e é colunista do jornal Zero Hora.
  • Evaristo de Miranda: Ecólogo, professor e engenheiro agrícola, possui uma carreira de mais de 40 anos como pesquisador na Embrapa.
  • Flávio Gordon: Antropólogo e autor da obra A Corrupção da Inteligência, atua também como colunista da Gazeta do Povo.
  • Roberto Motta: Analista que compõe o quadro de colaboradores recorrentes no debate político atual.

Investigações e movimentações políticas marcam o cenário em Brasília

O cenário político brasileiro apresenta desdobramentos significativos nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, com foco em ações da Polícia Federal e pautas relevantes no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as movimentações, destaca-se a situação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que se tornou alvo de uma apuração conduzida pela Polícia Federal referente a aportes financeiros realizados no Banco Master.

No âmbito do Judiciário, o Supremo Tribunal Federal optou por retirar de sua pauta de julgamentos os recursos que contestavam decisões relacionadas à regulação das redes sociais, tema que envolve o Marco Civil da Internet e tem gerado intensos debates sobre limites institucionais e liberdade de expressão.

Além dessas questões, a Suprema Corte também iniciou uma discussão técnica sobre a aplicação da aposentadoria compulsória como penalidade administrativa para magistrados. O debate foca em estabelecer limites para essa medida punitiva, avaliando o alcance das sanções aplicadas aos membros do Poder Judiciário.

Perfil dos analistas e articulistas

A análise do contexto político e social brasileiro conta com a contribuição de diversos especialistas e comentaristas. Conheça as trajetórias dos profissionais que acompanham os fatos:

  • Roberto Motta: Engenheiro civil formado pela PUC-RJ e mestre em Gestão pela FGV-RJ. Com mais de uma década de dedicação aos estudos sobre segurança pública, atuou como Secretário Executivo do Conselho de Segurança do Estado do Rio de Janeiro em 2018. É autor de obras como Os Inocentes do Leblon e A Construção da Maldade.
  • Frank Furedi: Professor emérito de Sociologia na Universidade de Kent, na Inglaterra. Reconhecido por suas análises sobre guerra cultural e paranoia, é autor de obras como How Fear Works e First World War — Still No End in Sight.
  • Jeffrey A. Tucker: Economista norte-americano vinculado ao Action Institute. Defensor da Escola Austríaca e do libertarianismo, escreveu a obra Coletivismo de Direita.
  • Theodore Dalrymple: Pseudônimo do psiquiatra britânico Anthony Daniels. Destaca-se no pensamento conservador contemporâneo com livros como A Vida na Sarjeta, Nossa Cultura… ou O que Restou Dela e A Faca Entrou. Colabora com publicações como The Spectator e City Journal.
  • Adalberto Piotto: Jornalista e documentarista com passagens pelas rádios CBN e Jovem Pan em São Paulo.
  • Flavio Morgenstern: Analista político e escritor, autor de Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs. Possui trajetória em veículos como Gazeta do Povo, Jovem Pan e a suíça Die Weltwoche.
  • Ubiratan Jorge Iorio: Economista e professor associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é um dos principais nomes da Escola Austríaca no Brasil.

Destaques da política brasileira: decisões judiciais, investigações e tramitações no Congresso

Justiça determina indenização a Kim Kataguiri

O deputado federal Kim Kataguiri obteve uma vitória judicial em processo movido contra um influenciador digital. A Justiça decidiu pela condenação do youtuber, que deverá pagar uma indenização ao parlamentar. A decisão, proferida no contexto de disputas judiciais envolvendo figuras públicas, foi registrada em 25 de maio de 2026.

PGR solicita condenação de Tagliaferro por suposto vazamento

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou um pedido de condenação contra Eduardo Tagliaferro. O caso envolve a suspeita de vazamento de dados sigilosos. Tagliaferro ganhou notoriedade por sua atuação em processos sensíveis, incluindo o acompanhamento das eleições de 2022 e os inquéritos instaurados após os eventos de 8 de janeiro de 2023.

Rogério Marinho pede apuração de vazamentos ao STF

O senador Rogério Marinho, que coordena a pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de uma investigação sobre o vazamento de mensagens trocadas entre o parlamentar e o empresário Vorcaro. Em sua manifestação, Marinho argumentou que a liberdade de imprensa não exime o Estado do dever de apurar a origem de revelações de autos que deveriam estar sob sigilo.

Votação da PEC da Escala 6×1 é adiada

A comissão especial responsável pela análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 suspendeu a votação do parecer final. O relator da matéria, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), teve a leitura do documento interrompida após um pedido de vista, o que postergou a deliberação dos parlamentares sobre o tema.

Itamaraty exonera servidora após revisão de cota racial

O Ministério das Relações Exteriores confirmou a exoneração de uma servidora. A medida foi tomada após a perda da validação de sua autodeclaração em cota racial, critério que havia sido utilizado para seu ingresso no serviço público. O desligamento foi oficializado em 25 de maio de 2026.