Valdemar Costa Neto mantém candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência pelo PL

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Valdemar Costa Neto mantém candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, reiterou nesta segunda-feira, 25, o compromisso da legenda com a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto. O dirigente manifestou apoio público ao parlamentar após a repercussão de diálogos envolvendo o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

A controvérsia ganhou tração com a divulgação de registros de áudio nos quais o senador discute estratégias para viabilizar financeiramente o filme Dark Horse, produção cinematográfica que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista concedida à GloboNews, Valdemar Costa Neto afirmou ter se reunido com Flávio Bolsonaro para obter esclarecimentos sobre o episódio.

De acordo com o presidente do PL, o parlamentar justificou as tratativas como uma alternativa encontrada para suprir a dificuldade de arrecadação de fundos destinada ao projeto audiovisual. Valdemar também comentou a ida de Flávio à residência de Vorcaro, ocorrida após a prisão do empresário, classificando a ação como um procedimento protocolar. Conforme o relato do dirigente, o objetivo do senador era encerrar formalmente o vínculo e cobrar valores que estariam pendentes. Valdemar definiu a postura de Flávio como algo natural e dentro da normalidade.

PL descarta substituição por Michelle Bolsonaro

Ao ser questionado sobre a possibilidade de alterações na chapa presidencial, especificamente sobre uma eventual candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Valdemar Costa Neto foi enfático ao descartar a hipótese. O dirigente reforçou que o partido seguirá com a candidatura de Flávio Bolsonaro até o final do processo eleitoral, expressando confiança na vitória do parlamentar.

A avaliação interna da cúpula do Partido Liberal é de que o caso não trouxe desgaste capaz de alterar o cenário político. Segundo Valdemar, levantamentos internos de intenção de voto indicam que o senador fluminense permanece na liderança, com uma margem de um a dois pontos percentuais à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Perfil e trajetória dos colunistas que compõem o quadro de articulistas

O cenário do debate político e intelectual brasileiro conta com um grupo de articulistas que acumulam trajetórias distintas no jornalismo, na academia e na gestão pública. Abaixo, apresentamos um resumo sobre os perfis que integram este quadro de colaboradores, conforme informações atualizadas em 25 de maio de 2026.

Jornalistas e analistas de longa data

  • J. R. Guzzo: Jornalista com vasta experiência, foi um dos fundadores da revista Veja, onde atuou como diretor por 15 anos. Sua carreira inclui passagens como correspondente em Paris e Nova York, além da cobertura de eventos históricos como a Guerra do Vietnã e a visita de Richard Nixon à China em 1972. É também o responsável pela criação da revista Exame e colaborador de veículos como o Estado de S. Paulo e a Gazeta do Povo.
  • Augusto Nunes: Com uma trajetória marcada pela direção de redação em importantes veículos, como Jornal do Brasil, Zero Hora, Época e o Estado de S. Paulo, também foi redator-chefe da revista Veja. Apresentou o programa Roda Viva, na TV Cultura, durante oito anos. É autor de obras como Minha Razão de Viver — Memórias de Samuel Wainer e A Esperança Estilhaçada — Crônica da Crise que Abalou o PT.
  • Alexandre Garcia: Nome reconhecido na imprensa nacional, possui passagens marcantes pelo Grupo Globo, TV Manchete e Jovem Pan. Atualmente, mantém colunas na Gazeta do Povo e outros veículos de comunicação.
  • Guilherme Fiuza: Jornalista, escritor e roteirista carioca. É autor de títulos como Meu Nome Não É Johnny, 3.000 Dias no Bunker, O Império do Oprimido e Manual do Covarde, destacando-se no debate político contemporâneo.
  • Eugênio Esber: Jornalista e escritor com quatro décadas de atuação na imprensa do Rio Grande do Sul. Dirigiu diversas publicações voltadas ao jornalismo econômico e cultural e é autor de obras como Um Certo Mr. Elbling e O dragão e o galo, além de ser colunista do jornal Zero Hora.

Especialistas e analistas políticos

  • Ana Paula Henkel: Ex-atleta da Seleção Brasileira de Voleibol, medalhista olímpica em Atlanta (1996) e bicampeã mundial de vôlei de praia. Atualmente, reside em Los Angeles, onde cursa Ciência Política na UCLA e atua como pesquisadora associada do Instituto Ronald Reagan. É uma voz ativa no pensamento liberal-conservador.
  • Rodrigo Constantino: Economista de orientação liberal-conservador e autor do best-seller Esquerda Caviar.
  • Flávio Gordon: Analista político e autor, com presença constante no debate público sobre temas nacionais.

Gestão pública, agronegócio e meio ambiente

  • Antonio Cabrera: Médico veterinário com especialização em produção animal e presidente do Grupo Cabrera. Sua trajetória no setor público inclui o cargo de ministro da Agricultura e Reforma Agrária durante o governo Fernando Collor e o posto de secretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo na gestão Mário Covas. É membro de diversas entidades do agronegócio e cônsul honorário da Espanha.
  • Evaristo de Miranda: Ecólogo, engenheiro agrícola, professor e pesquisador. Possui uma carreira de mais de 40 anos dedicada à Embrapa, sendo referência em estudos sobre meio ambiente e produção rural.

Governo de Goiás movimentou R$ 1,36 bilhão por meio de fintech investigada por vínculos com o PCC

O governo de Goiás realizou transações financeiras que somam R$ 1,36 bilhão utilizando uma plataforma de pagamentos que está sob o radar das autoridades por supostas conexões com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A movimentação coloca o Poder Executivo estadual em uma situação de escrutínio público, dada a natureza das suspeitas que recaem sobre a instituição financeira em questão.

A investigação aponta para o uso da estrutura da fintech para o trânsito de recursos públicos, levantando questionamentos sobre os critérios de contratação e os mecanismos de controle e conformidade aplicados pelo Estado. O montante bilionário, processado por intermédio da empresa, torna-se o centro de um debate sobre a segurança das operações financeiras governamentais e os riscos de contaminação por atividades ilícitas.

Até o momento, os órgãos de controle e as autoridades policiais seguem apurando a extensão da relação entre a empresa de tecnologia financeira e o grupo criminoso. A suspeita é de que o sistema da fintech tenha sido utilizado para mascarar a origem de capitais ou facilitar a circulação de valores ligados ao crime organizado, o que eleva a gravidade do caso para o âmbito do combate à lavagem de dinheiro.

O governo de Goiás, ao ser associado a essa movimentação financeira de grande escala junto a uma entidade sob suspeita de ligação com o PCC, enfrenta o desafio de prestar esclarecimentos sobre a legalidade dos contratos e a transparência na escolha dos parceiros financeiros que gerenciam verbas públicas.

Gastos com a Virada Cultural em São Paulo superam R$ 4 milhões

Em paralelo às discussões sobre transparência em Goiás, a administração municipal de São Paulo também é alvo de questionamentos referentes ao uso de recursos públicos. Dados recentes confirmam que o pagamento de cachês para atrações da Virada Cultural atingiu a marca superior a R$ 4 milhões.

O montante destinado aos artistas contratados pela Prefeitura de São Paulo para o evento tem gerado debates sobre a priorização dos gastos públicos e a eficiência na aplicação do orçamento cultural da capital paulista. A análise detalhada dos contratos, que compõem o valor total, segue sendo objeto de observação por parte de órgãos fiscalizadores e da opinião pública.

Investigações e movimentações marcam o cenário político desta segunda-feira

O cenário político brasileiro deste 25 de maio de 2026 é marcado por uma série de eventos que atravessam os três Poderes e as esferas de segurança pública. Entre investigações policiais, pautas legislativas e questões de saúde envolvendo autoridades, o dia reflete a complexidade da agenda institucional.

Polícia Federal aponta ligação de aliado de ex-secretário com facção

Relatórios da Polícia Federal trouxeram à tona suspeitas de articulação entre um aliado de um ex-secretário do Rio de Janeiro e um integrante do Comando Vermelho. A investigação busca esclarecer o nível de proximidade e a natureza das tratativas entre as partes, em um caso que expõe supostas conexões entre figuras públicas e o crime organizado no Estado.

STF retoma discussões sobre reforma trabalhista

O Supremo Tribunal Federal (STF) colocou novamente em pauta temas sensíveis relacionados à reforma trabalhista. A Corte deve analisar dispositivos que impactam a legislação vigente, gerando expectativas sobre possíveis alterações ou interpretações que podem afetar as relações de trabalho no país.

Senado deve votar autonomia do Banco Central

A agenda do Senado Federal para os próximos dias prevê a votação de projeto que trata da autonomia do Banco Central. A proposta é vista como um ponto central para a política econômica, com foco na estabilidade institucional e na condução da política monetária nacional.

Dino exige planos de prevenção contra queimadas

Diante dos impactos do fenômeno climático El Niño, o ministro Flávio Dino cobrou formalmente que o governo federal e as administrações estaduais apresentem planos estruturados de prevenção a queimadas. A medida visa mitigar riscos ambientais e proteger áreas vulneráveis frente à previsão de secas severas.

Lula inicia tratamento radioterápico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início a sessões de radioterapia como parte complementar do seu tratamento contra um câncer de pele. A equipe médica acompanha a evolução do quadro, enquanto o Palácio do Planalto mantém o cronograma de atividades do chefe do Executivo ajustado às recomendações clínicas.

Alcolumbre e Fachin debatem salários do Judiciário

O senador Davi Alcolumbre reuniu-se com o ministro Edson Fachin, do STF, para discutir uma proposta de revisão salarial para a magistratura. O diálogo entre o Legislativo e o Judiciário busca um entendimento sobre o impacto orçamentário e a viabilidade política do projeto que pretende alterar a remuneração dos magistrados.