
Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA
Um levantamento revela que mais da metade das propostas legislativas analisadas em 2025 teve impacto negativo na liberdade econômica. O estudo foi realizado pela Centro Mackenzie de Liberdade Econômica em colaboração com o Instituto Fé & Trabalho, avaliando 1.650 matérias apresentadas ao longo do ano.
Dentre as propostas analisadas, 53,8% foram classificadas como restritivas para a liberdade econômica. Apenas 6,6% obtiveram pontuação positiva, enquanto 39,6% foram consideradas neutras.
Os critérios de análise incluíram aspectos como tributação, propriedade privada, livre iniciativa, gastos públicos e intervenção estatal na economia. Entre as matérias examinadas, 1.021 tiveram influência em pelo menos uma dimensão da liberdade econômica.
Das 128 proposições aprovadas pelo Congresso em 2025, 50,8% tiveram impacto negativo na liberdade econômica. Apenas 5,5% foram consideradas benéficas para a ampliação das liberdades.
Propostas que geram despesas públicas são as mais críticas
O estudo identificou que as matérias que criam gastos para o setor público tiveram o maior índice de impacto negativo, com 93,7% das propostas classificadas como restritivas. A análise também destacou intervenções significativas em áreas como tributação, infraestrutura e saúde.
No setor econômico, a indústria foi a que sofreu a maior interferência estatal, com 95,1%, seguida por saúde e serviços. Mais de um terço das proposições foram consideradas neutras por não afetar diretamente aspectos como tributação ou regulamentação.
Segundo os pesquisadores, os dados apontam para uma tendência crescente de iniciativas que ampliam o papel do Estado na economia, principalmente por meio de novas regras regulatórias e aumento de despesas públicas.
Fonte: Revista Oeste


