Copa do Mundo 2026: destaque e críticas na fase de grupos

Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA

Copa do Mundo 2026: Destaques da fase de grupos e nomes que definirão o mata-mata

A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 chega ao fim, e os confrontos decisivos já estão marcados para a próxima rodada. O torneio, até aqui dominado por estrelas como Messi, Mbappé, Vini Jr e Haaland, agora entra na fase mais intensa com o início do mata-mata. Os nomes que brilharam nas partidas anteriores estão em destaque, enquanto outras figuras se destacam nos bastidores.

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Destaque individual: nomes que definirão o futuro do torneio

A defesa foi um dos pontos mais observados na fase de grupos. Raul Rangel, goleiro do México, manteve-se imbatível em todas as partidas e protagonizou uma defesa sensacional contra a Coreia do Sul, garantindo a vitória do time da casa.

Vozinha, Pico Lopes e Diney Borges em Cabo Verde x Espanha — Foto:

Dumfries, lateral-direito da Holanda, surpreendeu com sua contribuição ofensiva. O jogador deu duas assistências na goleada contra a Suécia e foi fundamental no duelo contra o Japão, mesmo com uma atuação mais discreta contra a Tunísia.

O zagueiro Diney (Cabo Verde) se destacou por sua atuação contra a Espanha, sendo eleito um dos melhores da primeira rodada. Sua performance repetiu-se na vitória sobre a Arábia Saudita, que garantiu a classificação do time.

Uzbequistão x Colômbia Daniel Munoz e Davinson Sanchez — Foto:

Davinson Sánchez, zagueiro da Colômbia, foi peça-chave nas vitórias contra Congo e Portugal. Apesar de ter falhado por centímetros em um lance decisivo contra os portugueses, seu desempenho defensivo contribuiu para a segurança do time.

Nakamura (Japão), atuando como ala pela esquerda, fez história ao marcar contra a Holanda e ter uma atuação brilhante contra a Tunísia. Sua versatilidade foi um diferencial na campanha japonesa.

Nakamura chuta para empatar o jogo entre Holanda e Japão — Foto: /Kai Pfaffenbach

No meio-campo, De Jong (Holanda) foi o motor da seleção, com desempenho consistente contra Suécia e Japão. Gustavo Puerta (Colômbia), por sua vez, liderou a transição ofensiva do time, sendo fundamental na criação de chances.

Lionel Messi comemora segunda gol da Argentina com jornalista Joaquín Bruno — Foto: Maja Hitij – FIFA/FIFA via

Messi (Argentina) lidera o artilharia do torneio com seis gols, sendo o maior goleador da história dos Mundiais até aqui. Seu desempenho foi decisivo nas três partidas do time sul-americano.

Vini Jr – Escócia x Brasil – Copa do Mundo — Foto: André Durão

Vini Jr (Brasil) foi decisivo na campanha da Seleção, participando de cinco dos sete gols marcados até o momento. Sua presença em campo foi determinante para o desempenho do time.

Mbappé durante a partida entre França x Iraque — Foto: /James Lang

Mbappé (França) continua sendo o destaque do torneio, com dois gols contra Senegal e Iraque. Sua eficiência em frente à meta tem colocado o francês na disputa pelo artilharia histórica da competição.

Haaland durante a Copa do Mundo — Foto:

Haaland (Noruega), com média de gols impressionante, marcou quatro vezes nos dois primeiros jogos e foi poupado para a partida contra a França. Sua contribuição foi fundamental para a campanha da Noruega.

Os Jogadores que Deixaram a Marca Negativa na Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo de 2026 reservou surpresas em todos os lados, inclusive nas bancadas. Ao lado dos destaqueiros, muitos atletas se tornaram símbolos de decepção por desempenhos abaixo do esperado. Abaixo, um olhar sobre os nomes que mais chamaram a atenção pelo caminho errado.

Goleiro

Muslera (Uruguai): Em sua quinta participação na Copa do Mundo, o uruguaio foi peça fundamental para a eliminação precoce da seleção. Erros graves contra Cabo Verde e Espanha definiram seu desempenho negativo na competição.

Muslera falha em gol da Espanha contra o Uruguai — Foto: /Raquel Cunha

Lateral-direito

Sulaka (Iraque): Mesmo sem atuar na primeira rodada, o jogador foi um dos piores da competição. Seu desempenho ruim contra a França e expulsão no empate com Senegal definiram seu papel negativo.

Zagueiro

  • Khusanov (Uzbequistão): Apesar de ser destaque do Manchester City, o zagueiro teve uma Copa fraca. Seu desempenho negativo contra RD Congo foi o mais visível.
  • Shkiri (Tunísia): O defensor se destacou pelo caminho errado da seleção, que não conseguiu vencer nenhum adversário do grupo. Marcou contra diante da Holanda.

Lateral-esquerdo

Robertson (Escócia): O lateral, que deveria ser o destaque da seleção, teve um desempenho abaixo do esperado. A Escócia até melhorou após sua saída, com a ascensão de Tierney.

Andrew Robertson em ação pela Escócia na Copa do Mundo — Foto: Lee Smith/

Meia

  • Çalhanoglu (Turquia): Não chamou a responsabilidade e foi um dos piores da Turquia na competição.
  • Valverde (Uruguai): Longe do nível do Real Madrid, o meia foi parte de uma das maiores decepções da Copa. Muitos erros marcaram sua trajetória.
  • McTominay (Escócia): Jogos apagados na fase de grupos e eliminação precoce definiram seu desempenho negativo.
Capitão do Uruguai, Valverde lamenta empate com a seleção de Cabo Verde — Foto:

Ponta-direita e Ponta-esquerda

  • Sané (Alemanha): Apesar de marcar contra o Equador, foi mal nas outras partidas. Seu desempenho negativo em confrontos contra Curaçao e Costa do Marfim chamou atenção.
  • Son (Coreia do Sul): Três partidas apagadas marcaram sua trajetória na Copa. A eliminação surpreendente foi o epílogo de um desempenho abaixo do esperado.
Son Heung-min, da Coreia do Sul, durante aquecimento para jogo contra o México pela Copa do Mundo — Foto: Paul Childs/

Atacante

Enner Valencia (Equador): Como capitão da seleção, deixou a equipe perto de uma eliminação. Sua falta de responsabilidade foi um dos fatores para o Equador depender do brilho de outros jogadores contra a Alemanha.

Erling Haaland comemora o gol em Noruega x Senegal — Foto: /John Sibley

Empate no primeiro tempo: Enner Valencia falha chance clara e Equador fica no 1 a 1 com Curaçao

Na estreia da Copa do Mundo, o Equador enfrentou uma situação tensa no primeiro tempo contra a seleção de Curaçao. A equipe sul-americana teve uma oportunidade clara de abrir o placar, mas Enner Valencia desperdiçou um chute à quebra de linha que poderia ter colocado os donos da casa na liderança.

O empate foi conquistado com um gol de qualidade do atacante curaçanense, que aproveitou uma falha na defesa equatoriana para balançar as redes. A partida, disputada em um clima eletrizante no estádio, deixou os torcedores ansiosos pelo segundo tempo, com ambas as equipes buscando a vantagem.

A falta de precisão do Equador na finalização foi o principal fator que impediu a vitória. Enner Valencia, apesar da oportunidade perdida, permaneceu no gramado e tentará corrigir o erro nos minutos finais da etapa inicial.

Com o empate, o Equador enfrentará desafios para garantir os três pontos na primeira rodada. O técnico da equipe, que não foi citado no relato, deve reorganizar a formação para evitar repetir erros de marcação.