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Copa do Mundo 2026: Decisão polêmica sobre gol anulado no confronto entre Irã e Egito
O árbitro polonês Szymon Marciniak, responsável pela partida entre Irã e Egito na terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, teve sua decisão de invalidar um gol da seleção asiática confirmada por especialistas. O episódio gerou debate após a anulação no final do jogo.
O que motivou a decisão
Segundo o ex-árbitro internacional Andy Davies, a atuação do VAR (Vídeo-Árbitro Assistente) foi baseada em uma regra clara da FIFA. O gol, marcado pelo atacante iraniano Shuja’ Khalilzadeh, foi anulado por posição irregular no momento do passe.
A análise revelou que o pé de Khalilzadeh estava à frente do penúltimo defensor egípcio quando recebeu a bola. Mesmo com um zagueiro adversário mais próximo da linha de gol, a regra exige a presença de dois defensores entre o atacante e a área.
Críticas e explicações
Zlatan Ibrahimović, lendário jogador sueco, expressou insatisfação com a escolha do árbitro em entrevista à rede Fox Sports. O ex-campeão mundial afirmou que a decisão impacta o futuro de uma seleção inteira e exigiria “100% de certeza” para evitar erros.
Davies, por sua vez, explicou que o goleiro egípcio estava distante da área durante o lance. Isso fez com que o zagueiro adversário se tornasse o último defensor, deixando Khalilzadeh sem a cobertura necessária.
Impacto no confronto
O gol anulado teria garantido à Irã a vitória e uma vaga como segundo colocado do Grupo 7. Com o empate em 1 a 1, o Egito avançou para a liderança da chave, enquanto os iranianos dependem de resultados futuros para confirmar sua classificação.
O especialista ressaltou que a regra é clara: mesmo com um defensor mais próximo do gol, dois zagueiros devem estar entre o atacante e a linha de meta. A análise do VAR demonstrou que essa condição não foi cumprida.
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