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A história de amor entre Lionel Messi e a Copa do Mundo completa 20 anos
A Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México traz em seu primeiro dia confrontos de peso: Messi, Mbappé, Haaland e Kane. Os quatro nomes são destaque na fase de grupos, gerando expectativa sobre seus desempenhos nas próximas partidas. Para os zagueiros adversários, o desafio é garantir a defesa contra estrelas que combinam habilidade, velocidade e experiência.
O ex-zagueiro Ashley Williams, em entrevista à BBB Sport, analisou estratégias para conter esses jogadores. Segundo ele, a chave está na coletiva: “É um esforço coletivo. Você precisa cobrir todas as possibilidades, seja marcando de perto ou recuando para o meio-campo apertar.”
Messi: o equilíbrio e a bola de ouro
Lionel Messi completa 39 anos no dia 24 de junho, mas já presenteou os argentinos com um hat-trick na estreia contra a Argélia. Com 16 gols na história da Copa, ele se iguala ao alemão Miroslav Klose, líder entre todos os artilheiros do torneio.
“Messi tem um equilíbrio e um toque excepcional. Ele consegue controlar a bola de qualquer lado do campo, independentemente da marcação.”
Ashley Williams
O ex-zagueiro destaca que forçar Messi a usar o pé menos dominante não é eficaz. “Ele parece assumir o controle da bola, não importa para onde você tente empurrá-lo.”
Veja o segundo gol de Messi na vitória da Argentina sobre a Argélia
Mbappé: velocidade e decisividade
Kylian Mbappé, com 27 anos, marcou dois gols na estreia da França. Ashley Williams, que o enfrentou em 2017, destaca sua capacidade de acelerar rapidamente: “Mbappé é mais direto que Messi. Quando ele dribla, é com mais velocidade.”
“Ele segura essa velocidade, enquanto Messi diminui o ritmo e depois acelera novamente.”
Ashley Williams
Haaland: força e precisão
Erling Haaland, estreante no Mundial aos 25 anos, fez dois gols na goleada sobre o Iraque. Ashley ressalta que ele é perigoso mesmo sem a bola: “É o oposto de Mbappé e Messi. Vai te vencer sem a bola.”
Kane: experiência e liderança
Harry Kane, com dois gols na vitória por 4 x 2 sobre a Croácia, igualou o número de jogos de David Beckham (115) e se tornou o terceiro jogador com mais presenças pela Inglaterra.
Kylian Mbappé brilha com dois gols na vitória da França sobre a Senegal
No segundo tempo, aos 20 minutos, Kylian Mbappé abriu o placar ao marcar de dentro da área, colocando a França na frente no duelo contra a Senegal. Aos 50 minutos, o atacante repetiu o feito, dessa vez de fora da grande área, garantindo a vitória por 2 a 0 e consolidando sua importância para a equipe.
Segundo análise de um ex-zagueiro, o desafio para conter Mbappé está no equilíbrio entre focar diretamente no jogador e manter atenção com os demais atacantes franceses, como Michael Olise e Ousmane Dembélé. “Se você se concentra apenas nele, os outros vão furar a marcação”, alerta o especialista.
Erling Haaland: o perigo que exige controle do meio-campo
Erling Haaland, ao marcar dois gols na estreia da Noruega, mostrou por que é considerado um dos maiores perigos da competição. “Ele é diferente de Mbappé e Messi. Vai te vencer sem a bola, o que o torna ainda mais perigoso”, destaca o ex-zagueiro.
O desafio para conter Haaland passa por limitar a recepção de passes em espaços abertos no meio-campo. “É preciso cortar as bolas em profundidade e manter distâncias entre os setores. Ele depende muito do que recebe dos companheiros”, explica.
Harry Kane: o núcleo da ameaça inglesa
Com 81 gols pela Inglaterra, Harry Kane é um dos principais desafios para as defesas adversárias. “Ele não vai te vencer no drible, então você precisa encostar nele e não deixá-lo chutar. Seu chute é o melhor entre os atacantes”, afirma o ex-zagueiro.
Kane também se destaca pela presença constante no meio-campo, criando espaços para colegas como Noni Madueke e Jude Bellingham. “É difícil jogar contra uma equipe que ameaça de diferentes maneiras. O maior erro é deixar espaços na defesa”, alerta o analista.



