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Luiz Philippe de Orléans e Bragança sinaliza apoio a chapa com Flávio Bolsonaro
O deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP) manifestou disposição em compor uma eventual chapa presidencial ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em posicionamento público, o parlamentar paulista afirmou que aceitaria ocupar a vice-presidência, ressaltando que sua prioridade é a articulação das forças de direita para o pleito majoritário, deixando de lado interesses pessoais ou vaidades políticas.
Durante participação no programa 4 por 4, o deputado justificou sua postura ao enfatizar a necessidade de promover mudanças profundas na estrutura política nacional. Segundo ele, o objetivo central é reverter medidas implementadas nas últimas décadas, as quais atribuiu à atuação da esquerda e a gestões marcadas por corrupção que teriam influenciado alterações constitucionais. O congressista declarou ser indiferente a títulos, argumentando que sua trajetória já lhe confere reconhecimento suficiente e que sua atuação é guiada pela missão política.
Cenário eleitoral e desempenho nas pesquisas
A declaração de Luiz Philippe de Orléans e Bragança ocorre em um momento de movimentação no campo da direita, reforçada por dados recentes do Instituto Real Time Big Data. Levantamento divulgado na segunda-feira, 1º, indica que, em um eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcança 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 40%.
A diferença entre os dois nomes situa-se levemente acima da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais. No cenário de confronto direto, 8% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou nulo, ao passo que 7% não souberam ou não quiseram responder.
Quanto ao primeiro turno, o presidente Lula aparece com 38% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro consolida a segunda posição, com 31% do eleitorado, seguido por nomes como Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 6% das preferências.
A pesquisa do Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores entre os dias 29 e 30 de maio, apresentando um intervalo de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-05864/2026.


