Pesquisa Ipsos/Ipec aponta queda nas avaliações de economia e segurança

Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA

Críticas à gestão de Lula focam economia e segurança pública

Uma nova pesquisa da Ipsos/Ipec, divulgada nesta segunda-feira (22), aponta que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta críticas significativas em setores centrais da administração. Os dados revelam descontentamento generalizado com ações relacionadas ao controle de gastos públicos e ao combate à inflação, além de insatisfação persistente na área de segurança.

No que diz respeito ao orçamento nacional, 51% dos entrevistados avaliaram negativamente o desempenho do governo no corte e na gestão de despesas públicas. Já a inflação, outro ponto crítico, tem 49% das respostas classificando as medidas como insuficientes ou inadequadas.

Cenário de segurança também é alvo de reclamações

A área de segurança pública apresenta índice negativo de 47%, consolidando-se como outro desafio para a gestão federal. Apesar dos esforços do governo, os números demonstram uma percepção geral de insatisfação entre a população.

Iniciativas para reverter o cenário

Diante da pressão, o Executivo federal lançou programas como o Novo Desenrola Brasil, que visa renegociar dívidas de famílias, estudantes e microempreendedores. Na segurança, o pacote Brasil Contra o Crime Organizado prevê R$ 11,1 bilhões para ações contra facções criminosas, sob supervisão do Ministério da Justiça.

No entanto, Lula rejeitou a inclusão de grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) na lista de organizações terroristas dos Estados Unidos. A decisão gerou debates sobre a eficácia das políticas de combate ao crime.

Avaliações variam conforme os temas

Na educação, o governo obtém o melhor desempenho, com 35% de aprovação. Já no enfrentamento da fome e da pobreza, a avaliação positiva alcança 33%, enquanto em relação ao desemprego, 32% dos eleitores consideram as medidas eficazes.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em 130 cidades entre os dias 13 e 17 de junho. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.

Com informações da Revista Oeste