Senado inicia licitação de R$ 1,3 milhão para compra de café

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Senado Federal realiza licitação para compra de 38 mil pacotes de café em pó

O Senado Federal anunciou a abertura de uma licitação para adquirir 38 mil pacotes de café em pó, com previsão de gasto máximo de R$ 1,3 milhão. O edital prevê a aquisição de embalagens com 500 gramas cada, valor unitário estimado em R$ 35.

De acordo com o termo de referência, o produto será destinado à Secretaria de Patrimônio e servirá para abastecer as unidades administrativas e legislativas da Casa. A justificativa apresentada pelo Senado aponta a necessidade de renovação dos estoques diante do consumo interno.

O edital estabelece que o café deve ser do tipo superior, composto exclusivamente por grãos arábica. As embalagens devem ter validade mínima de 18 meses e data de fabricação não superior a 30 dias antes da entrega.

As empresas interessadas deverão apresentar laudos que comprovem a qualidade microbiológica, ausência de contaminantes, impurezas e características sensoriais do produto. A documentação deve garantir nota mínima de 6,0 em avaliação sensorial e composição 100% arábica.

O critério de menor preço por item definirá a vencedora da licitação. As propostas serão abertas no dia 30 de junho.

Senado esclarece que compra segue planejamento logístico

O Senado informou que atualmente possui 37 mil pacotes de café em estoque, quantidade suficiente para atender a demanda por oito meses. As duas últimas licitações ocorreram no ano de 2025.

  • Em uma das compras, foram adquiridos 38 mil pacotes da empresa Freedom Indústria e Distribuição Ltda., a R$ 24,99 por unidade;
  • Em outro certame, o mesmo volume foi comprado da Fino Sabor Indústria e Comércio Ltda., ao custo unitário de R$ 29,77.

Em nota oficial, a Casa destacou que a abertura antecipada da licitação faz parte do planejamento logístico regular, alinhado às normas internas e orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).

A explicação ressalta que os processos licitatórios envolvem etapas obrigatórias, como análise de amostras, recursos administrativos e prazo para entrega. Por isso, o Senado inicia os procedimentos antes do esgotamento do estoque disponível.

“Como os trâmites de uma licitação pública demandam prazos legais obrigatórios, como prazos recursais, análise de amostras, homologação e prazo de entrega dos fornecedores, o certame é iniciado preventivamente para que o novo contrato seja assinado exatamente quando o estoque atual atingir o ponto de ressuprimento”, informou a instituição.

Com informações da Revista Oeste